Geografia 7.º Ano – Sistema Frontal: Superfície Frontal, Frente Fria e Frente Quente

Sistema frontal
Superfície frontal – é uma superfície que separa duas massa de ar diferentes.
Frente – linha de interseção entre a superfície frontal e a superfície terrestre.

Frente Quente:
– Na frente quente, o ar quente empurra o ar frio.

Legenda: Frente Quente

Frente Fria:
– Na frente fria, o ar frio empurra o ar quente.

Legenda: Frente Fria

Geografia 7.º Ano – Massa de ar e Tipos de Massa de ar

O que é uma massa de ar?
– É uma extensa porção de atmosfera, com as mesmas características de temperatura e de humidade.

As massas de ar classificam-se tendo em conta:
– A latitude da região de origem;
– As características da superfície terrestre sobre a qual se formou.

Tipos de massas de ar:

– Latitude da região de origem:
Polar -> Temperatura baixa.
Tropical -> Temperatura elevada.

– Características da superfície terrestre:
Marítima -> Elevada humidade sobre a qual se formou.
Continental -> Baixo teor de humidade.

Geografia 7.º Ano – Centro de Baixas Pressões

Centros de baixas pressões ou ciclone oudepressão-barométrica
• Se o valor da isóbara for menor no centro do que na periferia, designa-se centro de baixas pressões, depressão barométrica ou ciclone.
• Céu nublado.
• Possibilidade de ocorrência de precipitação.
• Instabilidade atmosférica.

Movimento do ar:
1. O ar, à superfície, converge e ascende.
2. Ao ascender arrefece.
3. Arrefecendo, o ar contrai-se.
4. Diminui a capacidade do ar conter vapor de água.
5. Aumento da nebulosidade – condensação do vapor de água.
6. Possibilidade de ocorrer precipitação.


Legenda: Centros de Baixas Pressões

Geografia 7.º Ano – Centro de Altas Pressões

Centro de altas pressões, Anticiclone.

• Se o valor das isóbaras for maior no centro do que na periferia designa-se por centro de altas pressões ou anticiclone.
• céu limpo.
• ausência de precipitação.
• estabilidade atmosférica.

Movimento do ar:
1. O ar tem um movimento descendente.
2. Ao descer a temperatura aumenta.
3. O ar expande-se.
4. Aumenta a capacidade de conter vapor de água.
5. Não ocorre precipitação.


Legenda: Centro de altas pressões

Geografia 7.º Ano – Isóbaras

Isóbaras
• Linhas que unem pontos de igual pressão atmosférica
•As isóbaras apresentam-se como curvas fechadas de forma mais ou menos concêntrica, formando centros de pressão.


Legenda: Pressão média ao nível do mar
Fonte: ECMWF, consultado a 31 de janeiro de 2019

Geografia 7.º ano – Pressão atmosférica

O que é a pressão atmosférica?
• Força que o ar exerce sobre a superfície terrestre.
• É medida por um instrumento denominado barómetro em hectopascais (hPa) ou milibares (mb).
A pressão normal, à superfície, é de 1013 hPa.
• Os diversos valores da pressão atmosférica registada ao longo da superfície terrestre são representados por isóbaras.
• À medida que a altitude aumenta, a pressão atmosférica diminui.

Fatores que influenciam a pressão atmosférica
• A pressão atmosférica varia com:
• a temperatura.
• a altitude.
• a latitude.


Figura 1 – Pressão atmosférica em Portugal Continental, consultado em 31 de janeiro de 2019
Fonte: IPMA

Notícias – Natalidade volta a aumentar em Portugal

Até ao final de Outubro, o número de bebés subiu no distrito de Lisboa e recuou no Porto, com Braga a ultrapassar Setúbal no terceiro lugar. Valores continuam abaixo do necessário para a renovação de gerações.

Lisboa (21.595) e Porto (13.048) continuam a ser, de longe, os distritos com mais fecundidade. No entanto, enquanto na zona da capital houve mais 725 registos no período em análise, na região da Invicta houve um decréscimo de 148 em relação aos primeiros dez meses de 2017.

Além do Porto, “apenas” Bragança, Évora, Setúbal e Coimbra viram nascer menos crianças, segundo os dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge, com base no teste do pezinho feito à saída da maternidade, citados pelo JN esta segunda-feira, 3 de Dezembro. Nos restantes distritos portugueses houve uma recuperação.

A seguir a Lisboa, o maior crescimento em termos absolutos foi registado em Braga, que teve mais 148 nascimentos, para um total de 5.563. Este comportamento permitiu ao distrito minhoto superar o de Setúbal (5.439). O pior registo nacional aconteceu em Bragança (496), onde até Outubro só nasceram 1,6 crianças por dia.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em termos médios, em 2017 cada mulher em Portugal tinha 1,37 filhos. Apesar de ficar muito abaixo do valor necessário para garantir a renovação de gerações (2,1), este número tem vindo a recuperar ligeiramente todos os anos desde 2013, quando o número médio de filhos por mulher era de 1,21.

Fonte: Jornal de Negócios, consultado a 30 de dezembro de 2018

Notícias – Turismo em Portugal valeu 26,7 mil milhões de euros em 2017

A dinâmica do turismo em Portugal tem permitido mais receitas e a criação de postos de trabalho, com os dados do INE divulgados esta segunda-feira a mostrarem que a procura turística (consumo por parte de estrangeiros e residentes) subiu para os 26,7 mil milhões de euros em 2017, mais 14,5% face a 2016, e passou a pesar 13,7% do PIB (1,2 pontos percentuais acima). Ao nível do valor acrescentado bruto (VAB) gerado pelo sector, este subiu 13,6% para os 12,6 mil milhões (equivalente a 7,5% do VAB nacional).

Na informação hoje apresentada pelo INE, referente à conta satélite do turismo, este são os únicos dados referentes a 2017. De resto, a informação mais pormenorizada reporta-se a 2016. Nesse ano, de acordo com o INE, o turismo receptor (não residentes) representou 63,1% do total, quando em 2015 esse peso era de 61,8%. Ou seja, o que os dados confirmam é que muito do crescimento do sector tem sido suportado pelos estrangeiros, com destaque para os sectores do alojamento (26,5% do total das despesas feitas pelos visitantes que pernoitam em Portugal) restauração e bebidas (26%), e transportes (20,6%).

Fonte: Público, consultado a 30 de dezembro de 2018

Geografia 7.º Ano – Os fatores que influenciam a temperatura

A variação da temperatura com os fatores do clima:

– Latitude
• As regiões equatoriais são as mais chuvosas;
• A precipitação diminui à medida que nos deslocamos para as regiões tropicais;
• Nas regiões polares a precipitação é escassa.

– Altitude
• A precipitação é mais abundante na encosta exposta ao vento.

– Continentalidade e proximidade do mar
• Regiões próximas do mar apresentam mais humidade e por isso maior precipitação.

– Correntes Marítimas
•As correntes marítimas são deslocamentos horizontais e verticais de grandes extensões das águas oceânicas.
•Dependendo do lugar de origem, podem ser: quentes, se forem provenientes das regiões equatoriais e tropicais; frias, se provenientes das regiões polares;
Assim, se as correntes marítimas forem quentes, a temperatura dos lugares situados no litoral por onde passam vai ser mais elevada. Pelo contrario, se forem frias, a temperatura das áreas litorais vai ser menor.

– Relevo

• À medida que a altitude aumenta a temperatura diminui.
• A diminuição da temperatura em altitude deve-se:
•• à maior rarefação do ar, isto é, à menor concentração de gases e de partículas sólidas e líquidas no ar, diminuindo, então, a absorção de radiação solar; à menor influência da radiação terrestre, pois um lugar de maior altitude está menos próximo desta fonte de calor.
• As vertentes que estão expostas a sul são designadas soalheiras e, por isso, mais quentes.

Geografia 7.º Ano – Fatores do Clima

Fatores climáticos
• Latitude;
• Continentalidade/ Proximidade do mar;
• Altitude;
• Orientação das vertentes;
• Correntes marítimas.