Geografia – Exercício de preparação para o Exame Nacional (Aprendizagens Essenciais) – A distribuição da população

Sugestão de preparação para o Exame Nacional de Geografia.

Ler e definir os seguintes conceitos do Tema 1. A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
Subtema: A distribuição da população:

Conceitos: êxodo rural, assimetrias regionais, capacidade de carga humana, despovoamento, litoralização, ordenamento do território.

Exemplo de Exercício:

1. Lê e comenta a seguinte afirmação.

“A pandemia de Covid-19 acelerou o desenvolvimento da conectividade nas zonas rurais e pode potenciar o êxodo de mais projetos e pessoas para zonas menos populosas do país, considerando a tecnologia um facilitador desse processo. Esta foi uma das conclusões do debate sobre “Mulheres empreendedoras e conectividade rural”, promovido na passada sexta-feira pelo ECO e pela Huawei.”

Fonte: Eco Online, consultado a 11 de abril de 2021

Geografia – Exercício de preparação para o Exame Nacional (Aprendizagens Essenciais) – A população: evolução e diferenças regionais

Sugestão de preparação para o Exame Nacional de Geografia.

Ler e definir os seguintes conceitos do Tema 1. A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
Subtema: A população: evolução e diferenças regionais:

Conceitos: crescimento natural, saldo migratório, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, taxa de mortalidade infantil, esperança de vida à nascença, crescimento efetivo, estrutura etária, taxa de fecundidade, índice de renovação de gerações, índice sintético de fecundidade,
envelhecimento demográfico, índice de dependência de idosos, índice de dependência de jovens, nível de qualificação profissional, estrutura
ativa, desemprego, emprego temporário, taxa de alfabetização, taxa de desemprego, tipos de emprego, desenvolvimento sustentável, qualidade
de vida.

Exemplo de Exercício:

1. Lê e comenta a seguinte afirmação.

“Devem considerar-se três causas fundamentais para o envelhecimento demográfico verificado em Portugal. Por um lado a retração do número de filho. Por outro lado, a diminuição da mortalidade ou o controlo da mortalidade precoce tem induzido ao aumento da esperança média de vida, conduzindo a um maior número de indivíduos com idades mais avançadas. Finalmente, uma terceira causa (mais indireta) que diz respeito aos fluxos migratórios – a saída de população, especialmente de determinados grupos etários (e.g. em idade ativa e em idade fértil), não compensada pela entrada de imigrantes. Adaptado de Oliveira e Gomes.

Fonte: Obervatório das Migrações, consultado a 11 de abril de 2021.

Geografia – Exercício de preparação para o Exame Nacional (Aprendizagens Essenciais) – Módulo Inicial

Sugestão de preparação para o Exame Nacional de Geografia.

Ler e definir os seguintes conceitos do Módulo Inicial:

Conceitos:localização, escala, unidades territoriais (NUTS, distrito, município, comunidade intermunicipal, freguesia e região autónoma),
território, cidadania, espaço lusófono, União Europeia, mercado comum, moeda única e tratados de Roma, Maastricht e Lisboa.

Com o auxílio do manual escolar ou livro de preparação de exames nacionais ou exercícios disponíveis no site, responde à seguinte questão:

Analisar questões geograficamente relevantes do espaço português:
– Reconhecer a importância da localização na explicação geográfica, analisando informação representada em mapas com diferentes escalas e sistemas de projeção.

Exemplo de exercício:

1. Observa os mapas A e B.

1.1. Os mapas A e B representam, respetivamente, os países que integram a
(A) OCDE e União Europeia em 2004.
(B) União Europeia em 2013 e CPLP.
(C) CPLP e União Europeia em 2007.
(D) União Europeia em 2004 e OCDE.

1.2. Portugal aderiu à União Europeia (então Comunidade Económica Europeia) em
(A) 1957.
(B) 1983.
(C) 1995.
(D) 1986.

1.3. A organização do mapa B foi fundada em
(A) 1996.
(B) 1999.
(C) 2001.
(D) 2006.

1.4. A União Europeia teve o seu maior alargamento em
(A) 2004, com a adesão de 8 países.
(B) 2007, com a adesão da Eslovénia.
(C) 2007, com a adesão de dois países.
(D) 2004, com a adesão de 10 países.

1.5. Os países assinalados com os números 1 a 6 são, respetivamente
(A) França, Alemanha, Roménia, Brasil, Cabo Verde e Angola.
(B) Holanda, França, Bulgária, Angola, Brasil e S. Tomé e Príncipe.
(C) Reino Unido, Alemanha, Roménia, Brasil, Angola e Moçambique.
(D) Irlanda, Alemanha, Grécia, Brasil, Angola e Guiné-Bissau.

Soluções:

1. B 2. D 3. A 4. D 5. C

Geografia 8.º Ano – Evolução da População Mundial

1. Observa atentamente o gráfico da Evolução da população mundial.

evolução população mundial

Ficha completa no Scribd: Ficha Completa

Geografia – Recursos Energéticos: Estatísticas da Energia 2020

O site da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) disponibilizou estatísticas sobre os recursos energéticos.

Fonte: Estatística Energia, consultado a 20 de dezembro de 2020.

Geografia 10.º Ano – Recursos do Subsolo: Estatística dos Recursos Geológicos – 2020

O site da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) disponibilizou estatísticas sobre os recursos geológicos.

“A estatística dos recursos geológicos pretende caracterizar este setor em cada ano, através do conhecimento das principais variáveis que o representam, nomeadamente, os estabelecimentos em atividade, as suas produções, vendas, pessoal ao serviço, consumos e investimentos.
No âmbito do processo de delegação de competências do INE na DGEG para a produção de estatísticas oficiais na área dos recursos geológicos, são reconhecidas as competências técnicas da DGEG na análise e produção dessa informação estatística, efetuadas no estrito cumprimento da legislação aplicável e do Código de Conduta para as Estatísticas Europeias.”

Fonte: DGEG – Geologia, consultado a 20 de dezembro de 2020.

Notícias – Geografia: Nascem menos crianças e 2020 poderá ser o pior dos últimos cinco anos.

Realizaram-se 78.374 testes do pezinho até dezembro deste ano, menos 2340 do que em 2019. Significa que a natalidade em Portugal poderá recuar a 2015, quando nasceram 85 mil crianças.

Em novembro, 6665 recém-nascidos fizeram o teste do pezinho, menos 378 do que no mesmo mês de 2019. A diferença negativa tem sido uma constante em grande parte dos meses de 2020, especialmente em outubro, quando se fizeram 7329 testes, menos 1247 do que no mesmo mês do 2019.
Outubro é habitualmente um mês com muitos nascimentos, ultrapassando os oito mil testes do pezinho nos últimos dois anos.
Nos primeiros 11 meses do ano, realizaram-se 76.474 testes, menos 2340 do que em igual período de 2019. Este é um rastreio que é feito a todos os recém-nascidos no âmbito do Programa Nacional do Diagnóstico Precoce, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

E, neste ano, os dados obtidos até agora apontam para uma quebra significativa na taxa de natalidade de Portugal comparativamente com 2019, recuando mesmo até 2015. Nesse ano, nasceram 85.056 crianças, subiu para 87.577 em 2016, voltou a descer no ano seguinte, para registar 87.364 no ano passado.

Uma oscilação por centenas de testes nos últimos cinco anos, o que não se verifica em 2020. E, segundo o demógrafo Jorge Malheiros, não há esperanças de que dezembro traga uma grande recuperação a nível da taxa de natalidade por serem já os “bebés da pandemia”.
“Num contexto de contração económica muito forte, cheio de riscos e de incertezas, as pessoas retraem-se, vemos como a natalidade desceu na última crise financeira. Podendo hoje regular a fecundidade, decidir ter ou não filhos, decidem não ter filhos em situações de incerteza. Será difícil recuperar nos próximos meses dado o contexto de tensão social, a incerteza sanitária e o decréscimo económico. O discurso é sempre ‘o pior ainda não chegou’.”

Crises incompatíveis com filhos
O número de nascimentos em Portugal baixou significativamente a partir de 2008, ficando-se pelos 82.367 em 2014, o valor mais baixo de sempre. A partir dai, tem vindo sempre a subir, com pequenas oscilações.

Os testes realizados em janeiro de 2020 (80.432) indicavam que este poderia ser um bom ano para a recuperação demográfica do país, mas desceu bastante em fevereiro, o mês tem menos dias. Em março e abril fizeram-se mais análises do que nos mesmos meses de 2019, a partir daqui foi sempre a descer.

Em termos geográficos, são os grandes centros urbanos a registar mais nascimentos: o distrito de Lisboa (22.925) tem 37% mais testes do que o do Porto (14.396). Seguem-se Braga (6058), Setúbal (5962) e Faro (3983) com mais crianças., o que é uma constante nos cinco distritos com mais crianças.
Em sentido oposto, encontram-se as regiões do interior, com Bragança e Portalegre a registar taxas de natalidade muito baixas, ficando-se pelos 529 e 575 testes respetivamente. Ou seja, em todos os 12 concelhos de Bragança, a média de nascimentos é de 1,44 nados-vivos por dia.

Com o número de óbitos a aumentar, muitos devido à pandemia, o saldo natural da população portuguesa será ainda mais negativo do que em anos anteriores. Outra certeza é, também, o envelhecimento da população. Dados do Instituto Nacional de Estatística indicam que em 2019 havia 161,1 idosos (65 ou mais anos) para cem jovens (entre os 0 e 14 anos).

O índice sintético de fecundidade em 2019 foi de 1,42 crianças por mulher em idade fértil.

Fonte: Diário de Notícias, consultado a 18 de dezembro de 2020.

Geografia 10.º ano – Sico (SICO – Sistema de Informação de Certificados de Óbito)

Uma ferramenta para estudar a mortalidade em Portugal e os efeitos no crescimento natural.

SICO – Sistema de Informação de Certificados de Óbito
O SICO (Sistema de Informação dos Certificados de Óbito) é o sistema de informação de mortalidade em Portugal instituído pela Lei nº 15/2012 de 3 de Abril.

A finalidade do SICO é permitir a articulação das entidades envolvidas no processo de certificação dos óbitos, garantindo uma adequada utilização dos recursos, melhoria da qualidade, do rigor da informação e rapidez de acesso aos dados em condições de segurança e no respeito pela privacidade dos cidadãos.

Os objetivos deste sistema são:

A desmaterialização dos certificados de óbito;
O tratamento estatístico das causas de morte;
A atualização da base de dados de utentes do Serviço Nacional de Saúde;
A emissão e a transmissão eletrónica dos certificados de óbito às conservatórias do Instituto de Registos e Notariado para efeitos de elaboração dos assentos de óbito.
A Direção-Geral da Saúde é a entidade responsável pela gestão e tratamento da base de dados do SICO e garante a vigilância epidemiológica da mortalidade identificando situações de risco para a saúde pública e a codificação das causas de morte de acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e problemas relacionados com a saúde – 10ª revisão (CID-10). A manutenção e o desenvolvimento da aplicação informática de suporte ao SICO são assegurados pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

Site: Sico – eVM

Notícia: População portuguesa aumenta pela primeira vez em 10 anos devido à imigração

População portuguesa aumenta pela primeira vez em 10 anos devido à imigração.
Estão a imigrar mais pessoas para Portugal e a emigração também está a diminuir. O número de nascimentos baixou, mas a redução de óbitos foi maior.

O número de imigrantes a residir em Portugal aumentou em mais de 40 mil no ano passado, o que permitiu mais do que compensar o continuado decréscimo natural (nascimentos menos óbitos) da população portuguesa.

2019 fica assim marcado pela inversão de tendência de descida da população a residir em Portugal, que tinha acontecido em todos os nove anos anteriores.

Segundo o relatório publicado pelo INE esta sexta-feira, 13 de novembro, a “população residente em Portugal foi estimada em 10.295.909 pessoas, o que representa um aumento de 19.292 habitantes relativamente ao ano anterior, após nove anos de decréscimo populacional”.

Este aumento é explicado pelo saldo migratório. O INE estima que durante 2019 entraram em Portugal 72.725 imigrantes permanentes, mais 68,5% que em 2018, ano em que entraram 43.170. Tendo em conta que saíram 28.219 emigrantes permanentes (menos 10,7% que em 2018), o saldo migratório foi positivo pelo terceiro ano consecutivo e bem superior aos últimos anos. Passou de 4.886 em 2017, para 11.570 em 2018 e 44.506 em 2019.

Este forte aumento do saldo obrigatório compensou a deterioração do saldo natural, que voltou a ser negativo, apesar de os nascimentos até terem baixado menos do que os óbitos.
Segundo o INE, o número de nascimentos baixou 0,5% para 86.579 nados-vivos, enquanto o número de óbitos baixou 1,1% para 111.793.
“O acréscimo populacional verificado em 2019 resultou do aumento da taxa de crescimento migratório para 0,43% (0,11% em 2018), já que a taxa de crescimento natural se manteve em -0,25%”, refere o INE.
Da totalidade dos óbitos de pessoas residentes em Portugal, 42,2% ocorreram em idades iguais ou superiores a 85 anos. O número de óbitos infantis foi 246, menos 41 que em 2018. A taxa de mortalidade infantil diminuiu para 2,8 óbitos por mil nados-vivos (3,3‰ em 2018).
Veja aqui a distribuição da população residente por concelho e a variação face a 2011:

Fonte: Jornal de Negócios, consultado a 13 de dezembro de 2020.

Notícia: Portugal deverá registar o maior saldo natural negativo do século em 2020

Portugal deverá registar o maior saldo natural negativo do século em 2020
A tendência de haver mais mortes do que nascimentos em Portugal mantém-se, mas este ano deveremos bater o recorde do saldo natural negativo. A pandemia é um dos fatores de agravamento.
Desde 2009 que o número de mortes ultrapassa consecutivamente​ o total de nascimentos em Portugal, mas se a tendência se mantiver até Dezembro, 2020 será o ano com o maior saldo natural negativo do século em Portugal, noticia o jornal Público esta quarta-feira.

De acordo com o jornal, que estabelece como referência para a natalidade o número de “testes do pezinho”, o número de nados-vivos está de novo a diminuir, tendo em conta que nos dez primeiros meses deste ano fizeram-se 71.719 testes, quase menos dois mil do que nos dez primeiros meses do ano passado e menos cerca de mil do que no período homólogo de 2018.

Em sentido contrário, em 2020 deverá ser batido o recorde de óbitos deste século, devido ao excesso de mortalidade provocado não só pela pandemia de Covid-19, mas também pelas dificuldades de acesso aos cuidados de saúde e pelas ondas de calor no verão. De acordo com o sistema de monitorização da Direção-Geral da Saúde que atualiza ao dia os certificados de óbito no país, de janeiro a outubro morreram perto de 100 mil pessoas. Com a exceção de 1918, quando a gripe pneumónica dizimou cerca de 136 mil pessoas no país, não há memória de um ano em que a mortalidade foi tão alta.

Estes dois fatores conjugados – o aumento da mortalidade e a diminuição da natalidade – fazem elevar o saldo natural negativo. Nos primeiros dez meses deste ano, a diferença ascendia já a 27.770, um valor histórico neste século. Apesar de serem dados ainda provisórios, tudo indica que esta tendência se agravará até, uma vez que novembro e dezembro são meses que registam habitualmente a maior mortalidade num ano.

Fonte: Observador, consultado a 13 de dezembro de 2020.