Notícias – Natalidade volta a aumentar em Portugal

Até ao final de Outubro, o número de bebés subiu no distrito de Lisboa e recuou no Porto, com Braga a ultrapassar Setúbal no terceiro lugar. Valores continuam abaixo do necessário para a renovação de gerações.

Lisboa (21.595) e Porto (13.048) continuam a ser, de longe, os distritos com mais fecundidade. No entanto, enquanto na zona da capital houve mais 725 registos no período em análise, na região da Invicta houve um decréscimo de 148 em relação aos primeiros dez meses de 2017.

Além do Porto, “apenas” Bragança, Évora, Setúbal e Coimbra viram nascer menos crianças, segundo os dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge, com base no teste do pezinho feito à saída da maternidade, citados pelo JN esta segunda-feira, 3 de Dezembro. Nos restantes distritos portugueses houve uma recuperação.

A seguir a Lisboa, o maior crescimento em termos absolutos foi registado em Braga, que teve mais 148 nascimentos, para um total de 5.563. Este comportamento permitiu ao distrito minhoto superar o de Setúbal (5.439). O pior registo nacional aconteceu em Bragança (496), onde até Outubro só nasceram 1,6 crianças por dia.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em termos médios, em 2017 cada mulher em Portugal tinha 1,37 filhos. Apesar de ficar muito abaixo do valor necessário para garantir a renovação de gerações (2,1), este número tem vindo a recuperar ligeiramente todos os anos desde 2013, quando o número médio de filhos por mulher era de 1,21.

Fonte: Jornal de Negócios, consultado a 30 de dezembro de 2018

Notícias – Turismo em Portugal valeu 26,7 mil milhões de euros em 2017

A dinâmica do turismo em Portugal tem permitido mais receitas e a criação de postos de trabalho, com os dados do INE divulgados esta segunda-feira a mostrarem que a procura turística (consumo por parte de estrangeiros e residentes) subiu para os 26,7 mil milhões de euros em 2017, mais 14,5% face a 2016, e passou a pesar 13,7% do PIB (1,2 pontos percentuais acima). Ao nível do valor acrescentado bruto (VAB) gerado pelo sector, este subiu 13,6% para os 12,6 mil milhões (equivalente a 7,5% do VAB nacional).

Na informação hoje apresentada pelo INE, referente à conta satélite do turismo, este são os únicos dados referentes a 2017. De resto, a informação mais pormenorizada reporta-se a 2016. Nesse ano, de acordo com o INE, o turismo receptor (não residentes) representou 63,1% do total, quando em 2015 esse peso era de 61,8%. Ou seja, o que os dados confirmam é que muito do crescimento do sector tem sido suportado pelos estrangeiros, com destaque para os sectores do alojamento (26,5% do total das despesas feitas pelos visitantes que pernoitam em Portugal) restauração e bebidas (26%), e transportes (20,6%).

Fonte: Público, consultado a 30 de dezembro de 2018

Geografia 7.º Ano – Os fatores que influenciam a temperatura

A variação da temperatura com os fatores do clima:

– Latitude
• As regiões equatoriais são as mais chuvosas;
• A precipitação diminui à medida que nos deslocamos para as regiões tropicais;
• Nas regiões polares a precipitação é escassa.

– Altitude
• A precipitação é mais abundante na encosta exposta ao vento.

– Continentalidade e proximidade do mar
• Regiões próximas do mar apresentam mais humidade e por isso maior precipitação.

– Correntes Marítimas
•As correntes marítimas são deslocamentos horizontais e verticais de grandes extensões das águas oceânicas.
•Dependendo do lugar de origem, podem ser: quentes, se forem provenientes das regiões equatoriais e tropicais; frias, se provenientes das regiões polares;
Assim, se as correntes marítimas forem quentes, a temperatura dos lugares situados no litoral por onde passam vai ser mais elevada. Pelo contrario, se forem frias, a temperatura das áreas litorais vai ser menor.

– Relevo

• À medida que a altitude aumenta a temperatura diminui.
• A diminuição da temperatura em altitude deve-se:
•• à maior rarefação do ar, isto é, à menor concentração de gases e de partículas sólidas e líquidas no ar, diminuindo, então, a absorção de radiação solar; à menor influência da radiação terrestre, pois um lugar de maior altitude está menos próximo desta fonte de calor.
• As vertentes que estão expostas a sul são designadas soalheiras e, por isso, mais quentes.

Geografia 7.º Ano – Fatores do Clima

Fatores climáticos
• Latitude;
• Continentalidade/ Proximidade do mar;
• Altitude;
• Orientação das vertentes;
• Correntes marítimas.

Geografia 7.º Ano – Elementos do Clima

Os elementos do clima são:
• Temperatura;
• Humidade;
• Nebulosidade;
• Precipitação;
• Pressão atmosférica;
• Vento;
• Insolação.

Geografia 7.º Ano – Texto de Apoio: Estado do Tempo e Clima

O estado do tempo que se faz sentir numa localidade durante a manhã pode ser diferente do registado durante a tarde; do mesmo modo que o estado do tempo durante a manhã no centro de Portugal Continental pode ser completamente diferente do registado no norte ou no sul do país, bem como nos arquipélagos da Madeira e dos Açores.
Deste modo, o estado do tempo varia de momento para momento e de lugar para lugar. É, pois, mutável.
Quando numa região se verifica que ano após ano as características do estado do tempo se repetem de forma relativamente idêntica, por exemplo, que os invernos são frios e chuvosos e os verões quentes e secos, estamos a falar de clima.
Assim, por exemplo, o clima mediterrâneo possui um verão quente e praticamente sem chuva, dado que a maioria dos estados do tempo analisados para o estudo deste tipo de clima apresentam estas características.

Fonte: Porto Editora

Notícias – Póvoa de Varzim: Hospital chega ao parto 1000 pela primeira vez em 7 anos

O Serviço de Obstetrícia do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim – Vila do Conde (CH) realizou hoje o parto número 1000 do ano de 2018.

A pequena Diana nasceu às 10h40 de parto natural. Os pais, Luís e Kateryna, vivem no Porto e escolheram o CH pelas “boas práticas implementadas, quer no nascimento, quer no período de preparação para o parto”, refere o hospital em comunicado.

Desde 2011 que esta marca dos 1000 não era atingida. Para o CH, ela traduz “o trabalho que tem vindo a ser implementado pelo Serviço de Obstetrícia”, e o Conselho de Administração enaltece “o investimento feito nas práticas de excelência, bem como o brio e o empenho de todos os profissionais”.

Em paralelo, o agradecimento é reiterado “junto dos casais que escolhem o CH para o nascimento dos seus bebés, confiando na excecional equipa que eleva a um patamar de referência esta vertente essencial da missão de cuidar”.

Fonte: Mais Semanário, consultado a 26 de dezembro de 2018

Geografia 7.º Ano – Estado do Tempo e Clima

Frequentemente, utilizam-se os conceitos de estado do tempo e clima como sinónimos. No entanto, estes conceitos são bem distintos e a sua diferenciação está relacionada com o período de tempo que se tem em consideração na sua análise.

Estado de tempo e clima são noções diferentes:

Estado do tempo, estado da atmosfera, num determinado lugar e num curto período de tempo, resultante da conjugação de vários elementos do clima.

Clima, comportamento médio dos elementos climáticos durante, pelo menos, 30 anos.

Geografia 7.º Ano – Coordenadas geográficas: Longitude

Longitude é a distância angular medida do meridiano de Greenwich ao meridiano do lugar. Varia entre 0º e 180º este ou oeste.
Os lugares situados no meridiano de Greenwich têm longitude de 0º, enquanto que aqueles que estão no meridiano oposto têm 180º de longitude.


Figura 1 – Longitude do lugar.

Fonte: Manual do 7.º ano, Porto Editora.

Geografia 7.º Ano – Coordenadas geográficas: Latitude

Latitude é a distância angular medida do Equador ao paralelo do lugar. Varia entre 0º e 90º norte e sul.
Os pólos são os lugares de latitude máxima, com 90º, enquanto que os lugares que estão sobre o equador têm 0º de latitude.


Figura 1 – Latitude

Fonte: Manual 7.º ano, Porto Editora.