História 10.º Ano – Crise político-militar do Império Romano

Unidade 3: O espaço civilizacional grego-latino à beira da mudança
3.3 – Prenúncios de uma nova geografia política: a presença dos Bárbaros no Império.

Crise político-militar do Império Romano
No século III, o Império Romano sofreu uma crise interna e externa.
Crise interna:
Sucessão de imperadores, não estava definida legalmente a sua hereditariedade, o que motivava assassínios, golpes de Estado e revoltas dos generais.
Crise externa:
Pax romana foi ameaçada pelos Bárbaros.
As fronteiras do Império foram invadidas, e, embora a ameaça bárbara tivesse sido sustida, o imperador Diocleciano, visando recuperar a autoridade política vai proceder uma profunda reforma da administração e do exército com a adopção do sistema da Tetrarquia Imperial (quatro líderes), mas este sistema foi ineficazes devido à dimensão do Império.
– Em 395 d.C., o imperador Teodósio dividiu o Império Romano, para garantir a segurança, em duas partes,
• Império Romano do Ocidente, com sede em Roma e teve o seu fim em 476 d.C. com as invasões bárbaras.
• Império Romano do Oriente, com sede em Constantinopla e teve o seu fim em 1453, com as invasões dos Turcos.

As grandes invasões bárbaras
– Os Bárbaros eram oriundos do Norte da Europa.
– Eram temidos pela sua ferocidade e pelos seus costumes rudes.
– Praticam o nomadismo, caça e a recoleção.

O impacto das invasões nas estruturas políticas, económicas e culturais do mundo romano.
– Anarquia.
– Decadência económica.
– Diminuição da população.
– Ruralização.
– Mudanças culturais.

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