Notícias – Está a chegar a “estrela do Natal”. Júpiter e Saturno juntos como nunca os viu!

Como celebrar, esta segunda-feira, a noite mais longa do ano? Observando os céus, por exemplo. Logo após o por do sol vai ver algo que nunca viu nem nunca mais verá: a conjunção os dois maiores planetas do sistema solar.

Os dois maiores planetas do nosso sistema solar, Júpiter e Saturno, estão a aproximar-se como nunca se viu desde a Idade Média – o que está para acontecer já esta segunda-feira, dia 21, e daí tratar-se o fenómeno como “Estrela de Natal”.

Embora não se tratando de uma estrela real, os dois planetas estarão tão próximos que formarão um brilho conjunto. Na noite desta segunda-feira, noite do solstício de inverno, Júpiter e Saturno irão aparecer alinhados tão próximos que parecerão um planeta duplo – algo que os astrónomos chamam de “conjunção”. O facto de isto acontecer no solstício de inverno é pura coincidência, segundo a NASA.

“Desta vez, se pusermos um dedo mindinho, vamos conseguir tapar os dois planetas, o que quer dizer que é mesmo, mesmo, muito próximo”

Até ao dia 25 de dezembro, os dois planetas irão ficar cada vez mais próximos – e isso pode ser visível todos os dias cerca de uma hora depois do por do sol.

“Pode-se imaginar o sistema solar como uma pista de corrida, com cada um dos planetas como um corredor em sua própria pista e a Terra em direção ao centro do estádio”, disse Henry Throop, astrónomo da Divisão de Ciência Planetária na sede da NASA em Washington. “Seremos capazes de ver Júpiter na pista interna, aproximando-se de Saturno durante todo o mês e, finalmente, ultrapassando-o em 21 de dezembro.”

Como observar?
Pedro Garcia, técnico de comunicação do OASA (Observatório Astronómico de Santana – Açores) explicou à Lusa que “não só são os dois maiores planetas do sistema solar, como também são os dois maiores planetas que conseguimos ver a olho nu”, ainda que Vénus seja “mais brilhante”.

(…)

O ideal será usar um telescópio, mas “a olho nu” e “num céu com muito pouca poluição luminosa e numa noite com boas condições meteorológicas, vai ser possível ver os dois planetas tão juntos que vai parecer apenas um”.

Também uns binóculos, que “até podem ser daqueles de brincar”, podem ajudar. “Se os binóculos tiverem alguma dimensão, 50×70, vão já conseguir ver as luas de Júpiter e perceber que Saturno tem umas ‘orelhas’, que são os anéis”, garante o técnico.

O fenómeno acontece por volta das 18h30 em Portugal continental (17h30 nos Açores) mas Pedro Garcia aconselha a que se comece a acompanhar o fenómeno a partir das 16h30 (15h30 nos Açores). “A partir das 19h00 (18h00 em Portugal continental), os objetos (planetas) já estarão a tocar no horizonte e vão desaparecer ao longo da noite.

Quanto à sua posição, “o objeto vai ser visto a sudoeste. Depois de o sol se pôr, mais ou menos na mesma posição”, adianta.

“Desde que as pessoas tenham uma boa vista para o mar, a sudoeste, que não tenha nenhuma montanha ou nenhuma casa à frente, ou postes de luz com poluição luminosa, vão facilmente ver este fenómeno”, garante.

Os dois planetas irão formar um ponto que se assemelha a uma estrela. Pedro Garcia esclarece que “uma das formas como percebemos que não é uma estrela é porque não cintila, porque os planetas não cintilam no céu, mas vai aparecer um ponto muito brilhante no céu”.

Com a aproximação ao Natal, e no dia do solstício de inverno, este alinhamento reveste-se de especial relevância, já que há quem o compare com a estrela que guiou os Reis Magos: O astrónomo e matemático Johannes Kepler, no século XVII, “sugeriu que o que está descrito da estrela de Belém tenha sido uma conjunção, mas não me parece que seja nada disso, até porque o efeito não será semelhante à descrição da estrela de Belém”, desmistifica.

Simbolismos à parte, o conselho é que “quem poder fazer isso [observar a conjunção], que o faça”.

“Aproveitem porque este fenómeno só volta a acontecer daqui a cerca de 60 anos, em 2080, e, se calhar, esta pode ser a última oportunidade para muitas pessoas”, afirma o responsável.
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Fonte: Diário de Noticias (adaptado), consultado no dia 21 de dezembro de 2020.

Notícia: Mulheres portuguesas têm cada vez menos filhos

Em 2019, o número médio de filhos, por mulher em idade fértil, desceu para 0,86, contra 1,03 em 2013. 10% dos portugueses não querem ter filhos.

Portugal continua a registar uma baixa taxa de natalidade e os portugueses continuam a ter menos filhos. No ano passado, o número médio de filhos por mulher em idade fértil, desceu para 0,86 quando comparado com a média de 1,03 em 2013, revelam as estatísticas do Instituto Nacional de Estatística (INE).

O ano passado, 42,2% das mulheres com idades entre 18 e os 49 anos e 53,9% dos homens dos 18 aos 54 anos não tinham filhos, de acordo com o Inquérito à Fecundidade de 2019. Outra das revelações é que subiu para 10% a percentagem de mulheres que não querem ter filhos. Para os inquiridos, os principais motivos assinalados foram a vontade própria e o facto de a maternidade ou paternidade não fazerem parte do seu projeto de vida.

A par com a falta de vontade em ter filhos, o número de filhos desejados também caiu para 2,15 o ano passado, quando comparado com os 2,31 em 2013. Apesar de nenhum país da União Europeia ter assegurada a substituição das gerações, Portugal integra o grupo de países dos 28 Estados-Membros da União Europeia com menores Índice Sintético de Fecundidade (ISF). Todavia, a recuperação observada nos últimos anos fez passar Portugal do país com menores níveis de fecundidade da UE 28 em 2013, para o oitavo mais baixo em 2018.

Uma “fatia” expressiva das mulheres e dos homens com filhos (45,1% e 58,5%, respetivamente) tiveram o 1º filho mais tarde do que desejavam. O adiamento foi de pelo menos de cinco anos. As mulheres que tiveram o 1º filho mais tarde do que desejavam apontam o adiamento por motivos relacionados com a estabilidade financeira e no emprego e com condições de habitação.

Por outro lado, independentemente da altura em que decidiram ter o primeiro filho – mais cedo, mais tarde, ou na idade em que desejavam – para as mulheres portuguesas, a vontade de ser mãe foi o motivo mais apontado para essa decisão.

Portugueses insistem em incentivos à natalidade para contrariar tendência
Com o número médio de filhos por mulher em idade fértil a diminuir de década para década, cerca de nove em cada dez (89,8%) mulheres e 85,9% dos homens considera que devem existir incentivos à natalidade.

A “flexibilização dos horários de trabalho para mães e pais com filhos pequenos” foi referida com a medida mais importante por parte de mulheres e homens. No contexto do acesso a serviços para ocupação dos filhos, a medida mais referida foi o “alargamento da rede e o acesso a creches, jardim-de-infância e Atividades de Tempos Livres (ATL)”.

Quanto às medidas no âmbito dos rendimentos das famílias, mulheres e homens apresentaram uma distribuição distinta: para as mulheres a medida considerada como a mais importante foi “aumentar os subsídios relacionados com educação, saúde, transporte, habitação e alimentação dos agregados com filhos”, para os homens foi “reduzir os impostos para as famílias com filhos, incluindo aumentar as deduções fiscais para quem tem filhos”.

No que respeita a outras medidas que não integram os três domínios referidos, “atribuir incentivos fiscais às entidades empregadoras com práticas de gestão que apoiem trabalhadores com filhos” foi assinalada como a mais importante por quase metade das mulheres e mais de metade dos homens.

Fonte: Eco, consultado a 13 de dezembro de 2020.

Notícia: Projetos Expressso – Que futuro está reservado aos novos pensionistas?

Que futuro está reservado aos novos pensionistas?

Projetos Expresso. Último debate do ciclo de conferências “Preparar o Futuro” trouxe para a discussão o futuro dos portugueses, a reforma e a sustentabilidade da segurança social.

Num futuro próximo Portugal terá uma população ainda mais envelhecida e o compromisso geracional que sustenta as pensões da segurança social poderá ficar comprometido. Estes foram alguns dos temas em debate na conferência “Preparar o Futuro”, dedicada à qualidade de vida.

O debate contou com a presença de João Morais Barbosa, administrador da Reorganiza, Sandra Maximiano, economista, professora associada do ISEG, Manuel Caldeira Cabral, ex-ministro da Economia e administrador da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, Adalberto Campos Fernandes, ex-ministro da Saúde e professor da Escola Nacional de Saúde Pública, e Marcos Soares Ribeiro, engenheiro responsável do New Normal Santander.

Estas são as principais conclusões:

Reforma

Prevê-se que os futuros reformados terão níveis de instrução superior aos atuais pensionistas, mas terão igualmente mais despesas e viverão mais tempo, tendo em conta a evolução da esperança média de vida. “Um ponto importante é que vão ter mais responsabilidades ao nível de apoio aos filhos e netos. E isto implica um aumento das despesas”, disse João Morais Barbosa, administrador da Reorganiza. “Os contratos de crédito hipotecários estão a aumentar muito o prazo máximo, até 80 ou 85 anos de idade, e isso coloca em causa a qualidade de vida da pessoa reformada.”

Qualidade de vida

Destino de eleição para o turismo, Portugal tornou-se atrativo para muitos cidadãos estrangeiros que investem numa casa para gozar a reforma num país considerado seguro, com boa gastronomia e clima. Mas há um factor essencial nessa decisão: o custo de vida. Uma vantagem que não é acessível à maioria dos portugueses, tendo em conta os salários médios da população. Ainda assim, as novas gerações – as chamadas Y e Z – têm outras prioridades no que respeita à qualidade de vida e à poupança. Procuram mais flexibilidade, menos hierarquias no trabalho, e têm um padrão diferente das gerações anteriores. “São muito menos consumistas”, disse a economista e professora do ISEG, Sandra Maximiano.

Estado

Nos anos 90 havia cinco trabalhadores por cada pensionista. Atualmente, esse número reduziu-se para dois trabalhadores, o que implica uma redução das pensões para níveis mais afastados do salário auferido no seu tempo de vida ativa. Quais as soluções do Estado? O ex-ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, defende que os apoios do Estado devem ser acompanhados por um complemento pessoal, seja de poupança ou de investimento para capitalizar na reforma. “Será o que permite manter um nível de rendimento mais próximo do que tinham quando estavam a trabalhar. Deve-se promover a poupança e os incentivos, para manter um nível de rendimento com qualidade de vida.”

Saúde

Numa altura de pandemia e crise social, a questão passa também por saber quem consegue poupar, o que esperar do sistema de saúde público e de proteção social. Adalberto Campos Fernandes, ex-ministro da Saúde e atual professor na Escola Pública de Saúde, afirma que é preciso “olhar para o país antes de o projetar”. “Em 2060 vamos ter apenas 6 milhões de habitantes em Portugal. A natalidade não se resolve estalando os dedos: o país é competitivo? Gera famílias? As famílias crescem?”, questionou o ex-ministro, afirmando serem necessárias reformas. “Não resolvemos o problema da saúde e da natalidade com políticas contemplativas.”

Finanças

A estabilidade financeira é um dos principais fatores para alcançar níveis confortáveis de qualidade de vida. E é essa estabilidade que permite enfrentar riscos e imprevistos, como a perda de emprego ou um problema de saúde. Poupar é, por isso, essencial para acautelar o que muitos portugueses não conseguem alcançar: uma reforma. “A poupança é uma decisão difícil, é trocar um bem de hoje pela qualidade de vida futura. Mas temos de ser capazes de o fazer”, disse Marcos Soares Ribeiro.

Fonte: Expresso, consultado dia 13 de dezembro de 2020.

Notícia: Texto de Acordo de Paris

Portugal: 5 anos do Acordo de Paris
Há 5 anos foi possível adotar um Acordo inovador e ambicioso, acordando um texto discutido ao detalhe e que juntou 197 países num esforço partilhado de descarbonizar a economia mundial e de preparar o mundo para os efeitos das alterações climáticas.

Esse Acordo foi o início de uma nova etapa na resposta aos desafios das alterações climáticas, em que, pela primeira vez, foi assumido um compromisso global para mudar a trajetória em que nos encontrávamos. A União Europeia e os seus 27 Estados-Membros, onde se inclui Portugal, partilham a sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) ao abrigo do Acordo de Paris e deverão apresentar uma nova NDC, mais ambiciosa, até final de 2020, contribuindo assim para a concretização dos objetivos de longo prazo do Acordo de Paris.

Cinco anos depois, Portugal deu passos importantes neste sentido, diminuindo a vulnerabilidade do seu território e aumentado a sua capacidade de resiliência, tendo ultrapassado as metas por si definidas e estabelecido novas metas, mais ambiciosas, rumo à neutralidade carbónica em 2050.

Disponibiliza-se aqui o texto do ACORDO DE PARIS 2015 – 2020, com textos de enquadramento dos ministros de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto dos Santos Silva, e do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes.

Veja aqui a infografia “PORTUGAL 2015-2020 PROGRESSO ALCANÇADO”.

Fonte: APA, consultado a 12 de dezembro de 2020.

Notícia: Ministério do Ambiente e da Ação Climática e o Acordo de Paris

Ministério do Ambiente e da Ação Climática publica documento com o texto do Acordo de Paris

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“No documento, os ministros do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros refletem sobre a importância da convenção internacional em termos diplomáticos e ambientais, adicionalmente é incluída uma infografia com os progressos alcançados pelo país.(…)

“O nosso futuro, com o Ambiente no centro da ação, é um momento de afirmação. De afirmação de uma tese, a nossa, de que a política ambiental é uma política ativa, que defende os valores ambientais ao erigir um modelo económico sustentável, nele abarcando formas de produzir, de consumir e de proteger recursos. Uma política que recusa o “Não” como princípio cautelar, mas que também não aceita claudicar a interesses de um modelo económico predador e, por isso, sem futuro.”, afirma Matos Fernandes (…)”

Fonte: Greensavers, consultado a 12 de dezembro de 2020.

Geografia 10.º Ano – Nascimentos em Portugal no ano de 2020.

“”Teste do pezinho” regista mais crianças nascidas no primeiro semestre, valor mais elevado desde 2017.
(…)
O número de nascimentos em Portugal aumentou ligeiramente no primeiro semestre deste ano, totalizando 42.149, mais 11 face a igual período de 2019, segundo dados baseados no “teste do pezinho”, que cobre a quase totalidade dos nascimentos.
Segundo os dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), este é o valor mais elevado desde 2017, ano em que foram rastreados 41.689 bebés nos primeiros seis meses do ano.
Comparando com o primeiro semestre de 2015, em que nasceram 40.119 bebés, observou-se um aumento de 5,5% este ano.
Janeiro foi o mês que registou o maior número de “testes do pezinho” realizados (8.043), seguido de março (7.182), abril (7.067), junho (7.048), maio (6.910) e fevereiro (5.899).
De acordo com os dados avançados à agência Lusa, Lisboa foi a cidade que registou o maior número de nascimentos (12.478), seguida do Porto (7.707) e de Braga (3.283).
Nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores nasceram 859 e 1.016 bebés, respetivamente.
Os números indicam que, no total, 2019 foi o ano que registou o valor mais alto dos últimos quatro anos, com 87.364 recém-nascidos estudados. Em 2018, tinham sido 86.827 e no ano anterior 86.180. (…)”

Artigo completo: Observador, 28 julho 2020, 00:17. Consultado a 8 de dezembro de 2020.

Geografia 10.º Ano – Os recursos dos subsolo português “O petróleo do fundo do mar português”

Leia atentamente o texto seguinte.

O petróleo do fundo do mar português.
Os dados científicos indicam que terão sido geradas quantidades significativas de petróleo nas bacias Lusitânica e Porto, como mostram as numerosas manifestações superficiais e indícios encontrados em sondagens. Na bacia do Algarve, os indícios de petróleo encontrado são menos significativos, apesar de, em duas das cinco sondagens perfuradas até hoje, terem sido detetados indícios de gás natural. Quanto à bacia do Alentejo e às restantes cinco bacias exteriores (no deep-offshore), nada pode ser afirmado perentoriamente, uma vez que nunca foram perfuradas, embora existam razoes para acreditar na existência de um sistema petrolífero nestas bacias.
Fonte: CORREIA, Armando J. D. – O Mar no Século XXI, FEDRAVE, 2010 (adaptado)

1. Justifique a importância da eventual existência de petróleo em território nacional.
2. Aponte dois fatores que possam vir a condicionar a sua exploração futura.
3. Identifique alguns dos riscos associados à exploração deste recurso, referindo:
– riscos ambientais;
– riscos relacionados com o objetivo da Política Energética Nacional de reforçar a diversificação das fontes primárias de energia.

Geografia 7.º Ano – Escolhas Múltiplas: Caudal, Rede Hidrográfica, Colinas e Agentes Internos.

1. Seleciona com um círculo (0) a opção correta.

1.1. Caudal é a

(A) quantidade de água que passa numa secção do rio, por segundo (m² /s).
(B) quantidade de água que passa numa secção do rio, por segundo (m3 /s).
(C) Quantidade de água que passa numa secção do rio, por minuto (m3 /s).

1.2. Rede hidrográfica é…

(A) a linha de interflúvio, que separa as várias bacias hidrográficas.
(B) a área drenada por um rio principal e pelos seus tributários.
(C) o conjunto formado por um rio principal e pelos seus afluentes e subafluentes.

1.3. As colinas são formas de relevo…

(A) de média ou elevada altitude, superior a 200 metros, com topos relativamente planos.
(B) arredondadas e de altitude geralmente inferior a 400 metros.
(C) de elevada altitude, normalmente superior a 1000 metros, com vertentes inclinadas.

1.4. Agentes internos são

(A) . a água, as diferenças de temperatura e os seres vivos que, além de a desgastarem, transportam e acumulam os materiais daí resultantes.
(B) movimentos da crosta terrestre, que originam erupções vulcânicas, que desgastam, transportam e acumulam os materiais daí resultantes
(C) movimentos da crosta terrestre, que originam erupções vulcânicas responsáveis pela formação de algumas montanhas.
.
.
.
.
.

Soluções:
1.1. A
1.2. C
1.3. B
1.4. A

Exame Nacional Filosofia 2019 – 1.ª Fase: Escolhas Múltiplas

GRUPO I
1. Considere as afirmações seguintes.

1. As pessoas que não ponderam as consequências dos seus atos não merecem ter liberdade.
2. Nas democracias, os cidadãos têm mais liberdades do que nos outros regimes políticos.

(A) Nenhuma das afirmações é relevante para a discussão do problema do livre-arbítrio.
(B) Ambas as afirmações são relevantes para a discussão do problema do livre-arbítrio.
(C) Apenas a afirmação 1 é relevante para a discussão do problema do livre-arbítrio.
(D) Apenas a afirmação 2 é relevante para a discussão do problema do livre-arbítrio.

2. Imagine que quer ouvir música e que, em seguida, põe os auscultadores e ouve música.
De acordo com o determinismo radical, o facto de querer ouvir música

(A) é um indício de livre-arbítrio apenas se não foi sujeito a coação.
(B) não tem qualquer conexão com uma suposta vontade livre.
(C) resulta de uma causa mental independente da natural.
(D) não tem uma causa, sendo um mero produto do acaso.

3. Imagine que o Luís precisa urgentemente de medicamentos e que a única maneira de os conseguir é pedir dinheiro emprestado a um amigo rico, sem ter a intenção de lho pagar. Neste caso, o Luís decidiu adotar a máxima «faz promessas enganadoras quando não há outra forma de resolver os teus problemas pessoais».
Esta máxima pode ser usada para fazer uma crítica à ética kantiana, dado ser razoável argumentar que a máxima

(A) não é imoral, ainda que não seja racional querer universalizá-la.
(B) é imoral, ainda que venha a ter aprovação dos agentes envolvidos.
(C) não é imoral, embora seja um imperativo categórico condicional.
(D) é imoral, embora dê prioridade às consequências da ação.

4. De acordo com Mill,

(A) os prazeres físicos e sensuais nem sempre são inferiores.
(B) apenas os animais têm prazeres inferiores.
(C) devemos renunciar aos prazeres inferiores para não nos rebaixarmos à condição animal.
(D) são superiores os prazeres preferidos por quem tem competência para os apreciar.

(…)

Aqui estão quatro questões do exame nacional de Filosofia, 1.ª fase, de 2019, no Scribd podem consultar e guardar a ficha completa com todas as questões (doze no total) e as respectivas soluções.

Exame Nacional Geografia 2018 – 1.ª Fase: Fajã dos Cubres

15. A Fajã dos Cubres, na ilha de São Jorge, no arquipélago dos Açores, ilustrada na Fotografia A, é considerada uma área de paisagem protegida e está classificada como Sítio de Importância Internacional, atendendo às particularidades geográficas, ambientais e culturais. Nesta fajã, encontra-se uma zona húmida em contacto direto com o mar.

15.1. Identifique as formas de relevo litoral que, na Fotografia A, correspondem à letra M e à letra H.

15.2. Áreas do território como a ilustrada na Fotografia A apresentam potencialidades para um
desenvolvimento sustentável, que pode ser conseguido através de atividades económicas como

(A) o ecoturismo, devido à atratividade das condições geomorfológicas e biológicas.
(B) a extração de inertes, devido aos depósitos rochosos de origem vulcânica no sopé da vertente.
(C) a aquicultura intensiva, devido ao ambiente natural propício à cultura de moluscos e crustáceos.
(D) a salicultura, devido aos elevados quantitativos de precipitação ao longo do ano.

16. Na Região Autónoma dos Açores, existem Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e Zonas de Proteção Especial (ZPE) que integram a Rede Natura 2000 devido

(A) à paisagem criada pela existência de vulcanismo ativo.
(B) ao valor social e cultural das paisagens naturais.
(C) à valorização turística das zonas de proteção terrestre e marítima do litoral.
(D) ao valor científico associado à conservação da flora e da fauna selvagem.

No Scribd podem consultar e guardar a ficha e as respectivas soluções.