Geografia 10º Ano – Radiação Solar

Conceitos essenciais para a Unidade 2 “A radiação solar”:
A acção da atmosfera sobre a radiação solar
– A principal fonte de energia da Terra é o Sol;
– A energia solar radiante chega à superfície através de ondas electromagnéticas: raios ultravioleta, raios luminosos, raios infravermelhos;
Nem toda a energia solar recebida no limite superior da atmosfera chega a superfície da terra, perde-se devido a vários processos: absorção, reflexão, difusão;
Absorção: parte da energia solar é absorvida através do ozono, vapor de água, dióxido de carbono;
Reflexão: a energia solar ao incidir sobre um corpo sofre uma mudança de direcção, sendo reenviada para o espaço;
Albedo: é a parte de energia reflectida por um corpo, em relação à energia incidente;
Difusão: existe a dispersão da radiação solar em todas as direcções que é provocada pelas moléculas dos gases atmosféricos e partículas;
Radiação solar global: é a relação entre a radiação difusa (energia que atinge indirectamente a superfície terrestre) e a radiação directa (energia recebida na superfície terrestre directamente do Sol);
Efeito de estufa: alguns gases atmosféricos como o vapor de água e o dióxido de carbono absorvem grande parte da radiação terrestre, reenviando-a para a superfície terrestre. Como consequência, a temperatura à superfície terrestre é
Variação da radiação solar: inclinação dos raios solares, latitude, dia natural, insolação, relevo;
Variação anual da radiação solar: está relacionada com o movimento de translação da Terra e da inclinação do eixo terrestre em relação ao plano da eclíptica (solstício, equinócios);
A distribuição geográfica da radiação solar em Portugal: a radiação solar aumenta de norte para sul e de oeste para este;
Factores explicativos da distribuição geográfica da radiação solar em Portugal: latitude, aproximação/afastamento do mar, continentalidade, altitude, Cordilheira Central;
Isotérmicas: linhas que unem lugares com a mesma temperatura média;
Valorização e aproveitamento da radiação solar: energia solar, turismo.

Filosofia 11º Ano – Sofistas, Retórica, Filósofos e a arte de bem falar

Na Grécia Antiga, a democracia ateniense dava os primeiros passos e os sofistas ensinavam a arte de bem falar e bem argumentar em público. Aristóteles, apresenta uma lista de sofismas e indica duas espécies de argumentos: uns que são verdadeiros e outros que não os são mas parecem. Platão, defende que a retórica é sofista e nada tem de positivo pois usa a manipulação para atingir um fim… podia continuar a argumentar sobre quem tem razão, os sofistas que ensinavam a arte de bem falar, manipulando o seu auditório,que o conhecimento vem da experiência e a verdade é relativa. Por outro lado, os filósofos defendem a verdade objectiva e universal, o conhecimento é alcançado por etapas e usavam a dialéctica.

Como vê, o medo de discursar, apresentar e falar em público não é coisa só sua. E afinal poucos são os que sabem falar bem em público. Não só mas também por isso fique, com algumas das citações que deve reter e que estão referidas no livro ” 7 Segundos”

Artigo completo: Económico

Economia 10º ano – A produção de bens e serviços

Conceitos essenciais para a Unidade 3 “A produção de bens e serviços”:
Bens: tudo aquilo que tem a capacidade para satisfazer as nossas necessidades;
Classificação dos Bens: natureza (Bens materiais, Bens imateriais), função (Bens de produção, Bens de consumo), duração (Bens duradouros, Bens não duradouros), relações entre si (Bens sucedâneos, Bens complementares);
Processo produtivo: é a combinação dos diversos factores de produção que leva à obtenção do produto final;
Sectores de actividade: sector primário, sector secundário, sector terciário;
Factores de produção: recursos naturais (renováveis, não renováveis), trabalho (população activa, população inativa, taxa de actividade, desemprego, taxa de desemprego, formação ao longo da vida), capital (capital técnico, capital financeiro, capital humano, capital natural);
Combinação dos factores de produção: substituibilidade, divisibilidade, complementaridade, produtividade, racionalidade económica, eficiência;
Lei dos Rendimentos Decrescentes: quando aumentamos a quantidade de um factor produtivo e mantemos os outros factores constantes, isto leva ao aumento da produtividade marginal até a um determinado ponto, a partir do qual a produtividade marginal começa a decrescer;
Custo de produção: custo total, custo fixo, custo variável, custo médio;
Economias de escala: diminuição do custo médio a longo prazo em resultado do aumento da dimensão de uma empresa e do respectivo processo produtivo;
Deseconomias de escala: aumento do custo médio a longo prazo em resultado da expansão execessiva da dimensão de uma empresa e do respectivo processo produtivo.

Geografia – Energias Renováveis

Energia Eólica, um dos recursos renováveis mais valorizados e utilizados no país. São nas regiões do Norte e do Centro de Portugal que se encontram a maioria dos parques eólicos, pois são as regiões mais ventosas e onde estão as principais cadeias montanhosas.

Fonte: Statkraft
Explicações de Geografia – Porto – Póvoa de Varzim
Tlm: 91 882 70 69

História 10º Ano – O modelo Romano

Conceitos fundamentais da Unidade 1 “O Modelo romano”:
A unidade do mundo imperial: através da romanização;
O poder imperial: principal cidadão de Roma, primeiro entre os senadores, comandante supremo do exército, poder tribunício, consulado perpétuo, pontifex maximus;
O culto a Roma e ao Imperador: divindade, objecto de culto,vpai da pátria;
Direito romano : lei das XII Tábuas, forma de unir e integrar as restantes áreas do império, pragmático, racional, juristas, pareceres dos jurisconsultores, éditos dos pretores, pareceres do senado, decretos imperiais;
Direito de cidadania: unir o império, igualdade jurídica, imperador Caracala;
Estatutos das diferentes cidades: cidades novas (colónias, privilégios, direitos iguais aos de Roma), povoações existentes (municípios), cidades “resistentes” (cidades confederadas e estipendiárias);
Urbanismo: racionalismo, monumentalidade, plantas retilíneas, cardo, decumanos, fórum, basílica, templos, cúria;
Utilidade e eficiência: aquedutos, fontanários, termas, teatros, anfiteatros, ginásios, estádios, rede de esgotos, mercados públicos, bibliotecas, domus, arcos do triunfo, colunas, pórticos;
Arquitectura romana: robustez, monumentalidade, funcional, abóbada de berço, arco de volta inteira, ordem compósita;
Escultura: realismo, estátuas, relevos, carácter narrativo e didático;
A vida escolar: rapazes (formação cívica e moral), raparigas (boas esposas e mães de filhos), três graus de estudos com início aos 7 anos (primeiro grau: litteratori; segundo grau: grammaticus; terceiro graus: rethor.);
Romanização da Península Ibérica: usos e costumes, direito, língua, numeração, templos, colónias, fundação de novas cidades, urbanismo;
Economia: actividade agrícola, actividade comercial, exportação, pecuária, indústrias;
Novos valores culturais: poder romano, respeito pela cultura local, pax romana, vestuário, novos espaços urbanos, religião, educação.

Explicações de História – Porto – Póvoa de Varzim
TLM: 91 882 70 69

Economia 10.º Ano – Inflação

– Na unidade 4, Comércio e Moeda, da disciplina de Economia A são leccionados os conceitos de inflação, deflação, estagflação.
– Estes conceitos entraram no nosso quotidiano devido à grave crise económica que estamos a atravessar e prometem continuar (infelizmente) por cá.
– A inflação é a subida inesperada, continua e generalizada dos preços dos bens e serviços (mas nem sempre a subida dos preços dos bens e serviços é um processo de inflação, pode estar relacionado com uma simples subida sazonal dos preços, mas analisarei está situação num outro post).
– Como causas desta subida dos preços temos excesso de moeda em circulação, aumento dos custos de produção e expectativas dos agentes económicos.
– Como a inflação é continua, generalizada e persistente tem como consequências a desvalorização ou depreciação da moeda e a perda do poder de compra por parte do consumidor. No caso do poder de compra, este é analisado através do Índice de Preços do Consumidor (IPC)(média dos preços de um cabaz de bens considerados representativos do consumo médio em Portugal).

O “motor” da inflação negativa é a quebra dos preços no segmento da energia, que caíram 8,9% em janeiro, superior à quebra de 6,3% em dezembro de 2014.

– A Taxa de Inflação é a taxa de crescimento do IPC entre duas datas e pode ser homóloga (mede a variação dos preços entre o mesmo mês de dois anos consecutivos), média (mede a variação dos preços ao longo dos 12 meses de um ano e do ano seguinte) e mensal (mede a variação dos preços entre dois meses consecutivos).
Deflação é o oposto de inflação, neste caso os preços dos bens e serviços descem e de forma generalizada.
Desinflação é a diminuição da taxa de inflação mas os preços continuam a subir, desta vez a ritmo inferior ao da inflação.

A inflação na zona euro passou para terreno negativo em dezembro de 2014 depois de um processo de desinflação (descida consecutiva da taxa de subida de preços) que culminou com 0,3% em novembro passado.

Estagflação, este conceito está directamente relacionado com a inflação juntando a estagnação da economia. Isto surge quando os preços dos bens e serviços sobem a um nível galopante e fazem acompanhar por elevadas taxas de desemprego.

Artigo Completo: Expresso
Explicações Economia – Porto – Póvoa de Varzim
TLM: 91 882 70 69

Geografia 10º Ano – Os recursos do subsolo

Conceitos fundamentais da Unidade 2 “Os recursos do subsolo”:

As áreas de exploração dos recursos minerais: maciço antigo, orlas sedimentares (ocidental e meridional), bacias do Tejo e do Sado;
Minerais metálicos: cobre (Neves-Corvo, Aljustrel) , volfrâmio (Panasqueira), ferro, estanho;
Minerais não metálicos: sal-gema (Leiria, Lisboa, Faro), quartzo e Feldspato (Norte, Centro, Alentejo),caulino (litoral Norte);
Rochas industriais: areias, calcário, argilas (um pouco por todo o país);
Rochas ornamentais: mármore (Borba – Estremoz – Vila Viçosa), granito (Portalegre, Évora);
Águas minerais: naturais, gaseificadas ou não, ricas em sais minerais, propriedades terapêuticas (Vila Real, Viseu, Braga);
Águas de nascente: consumo diário, sem qualidades terapêuticas (Norte, Centro);
Águas termais; fins terapêuticos, estâncias termais, turismo termal (Norte, Centro);
A exploração e distribuição dos recursos energéticos: carvão, petróleo, gás natural, urânio,energia geotérmica;
Os problemas na exploração dos recursos do subsolo: custos de exploração,fraca acessibilidade, qualidade do minério, dimensão das empresas, indústria transformadora a jusante da extracção, novos produtos, dependência externa, impactes ambientais;
Novas perspectivas de exploração e utilização dos recursos do subsolo: redimensionamento das empresas, desenvolvimento da indústria transformadora, requalificação ambiental, investir nos subsectores com maior potencial, recursos renováveis, eficiência energética.