Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Áreas Urbanas

1. Classifique, como verdadeira ou falsa conda uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.
a) As funções associadas ao CBD tendem a deslocalizar-se para outras áreas que, pela sua acessibilidade, se vão constituindo como novas centralidades.
b) Na fase centrífuga, a população diminui no centro da cidade e dá-se o crescimento demográfico e das atividades económicas das áreas urbanas envolventes.
c) A suburbanização tem alguns impactes territoriais negativos, como a destruição dos solos agrícolas e de solos ocupados com floresta e a falta de equipamentos sociais das novas áreas residenciais.
d) Nas respetivas áreas metropolitanas, os concelhos de Lisboa e do Porto foram os que registaram um maior crescimento demográfico nas últimas décadas.
e) Nas cidades, a saturação das diferentes infraestruturas nunca é problema porque estas, geralmente, expandem-se à medida das necessidades da população.

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Geografia 10.º Ano – Quadro estatístico de Lisboa e Porto

Quadro estatístico de Lisboa e Porto

Fonte: Pordata, consultado a 28 de abril de 2019

Geografia 11.º Ano – Ficha de Trabalho: Áreas Urbanas

Ficha de Trabalho: Áreas Urbanas – Cidades

O grupo das dez maiores cidades manteve-se nos últimos 20 anos, período em que o número de cidades em Portugal passou de 88 para 158.
A imagem representa a população a viver em cidades e as 10 maiores cidades em Portugal.

1. Mencione a classe de dimensão das cidades que concentravam mais população em 1991 e em 2011.
2. Identifique as duas cidades que perderam mais população e as que mais habitantes ganharam entre 1991 e 2011.
3. Refira um fator demográfico e um fator económico que justifiquem o crescimento da população urbana evidenciado na figura.
4. Reflita sobre a rede urbana portuguesa tendo em conta:
– as suas principais características;
– as consequências dessas características.

Soluções:
1. As cidades com mais de 100 mil habitantes.
2. Lisboa e Porto foram as cidades que mais população perderam e Gaia e Braga as que mais habitantes ganharam entre 1991 e 2011.
3. A resposta deve referir como fatores do crescimento da população urbana os fluxos migratórios, o êxodo rural e a imigração, e ainda o maior dinamismo económico das áreas urbanas, que proporciona mais condições de emprego.
4. A resposta deve referir o desequilíbrio da rede urbana nacional, desenvolvendo, para cada um dos pontos, os seguintes aspetos, ou outros considerados relevantes:
– as diferenças na dimensão demográfica das cidades, os contrastes na sua repartição geográfica e no
nível de funções que oferecem, como principais características da rede urbana nacional.
– a fraca capacidade de inserção das economias regionais na economia nacional, a limitação das relações
de complementaridade entre os diferentes centros urbanos e, como tal, do dinamismo económico e
social, a limitação da competitividade nacional no contexto europeu e mundial, pela perda de sinergias
que uma rede urbana equilibrada proporciona.

Geografia 10.º Ano – Comunidades Intermunicipais e Áreas Metropolitanas

Comunidades Intermunicipais (CIM) e áreas metropolitanas:
-Desempenham um papel importante no planeamento e promoção do desenvolvimento regional;
-Cabe-lhes a articulação dos investimentos de interesse intermunicipal e a gestão dos fundos comunitários para esse fim.

Legenda:
1 – CIM do Alto Minho
2 – CIM do Cávado
3 – CIM do Ave
4 – Área Metropolitana do Porto
6 – CIM do Tâmega e Sousa
7 – CIM do Douro
8 – CIM da Região de Aveiro – Baixo Vouga
9 – CIM da Região Dão-Lafões
10 – CIM da Serra da Estrela
11 – CIM Comurbeiras
12 – CIM do Baixo Mondego
13 – CIM do Pinhal Interior Norte
14 – CIM do Pinhal Interior Sul
15 – CIM da Beira Interior Sul
16 – CIM do Pinhal Litoral
17 – CIM Médio Tejo
18 – CIM do Oeste
19 – CIM da Lezíria do Tejo
20 – CIM do Alto Alentejo
21 – Área Metropolitana de Lisboa
22 – CIM do Alentejo Central
23 – CIM do Alentejo Litoral
24 – CIM do Baixo Alentejo
25 – CIM do Algarve

Geografia 10.º Ano – Dados das NUTS I, NUTS II e NUTS III

População Residente, em 2011, por NUTS III

Geografia 10.º Ano – NUTS III

NUTS III:
– Alto Minho, Cávado, Ave, Área Metropolitana do Porto, Alto Tâmega, Tâmega e Sousa, Douro, Terras de Trás-os-Montes;
– Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria, Viseu Dão Lafões, Beiras e Serra da Estrela, Beira Baixa, Oeste, Médio Tejo;
– Área Metropolitana de Lisboa;
– Lezíria do Tejo, Alentejo Litoral, Alto Alentejo, Alentejo Central, Baixo Alentejo;
– Algarve;
– Região Autónoma da Madeira;
– Região Autónoma dos Açores.


Legenda: NUTS III

Geografia 10.º Ano – As Novas NUTS III

– Em 2013 foi concluído o último processo regular de alteração das NUTS europeias que estabelece os limites territoriais de referência para as NUTS, a partir de 1 de janeiro de 2015.

No caso de Portugal, na sequência da aprovação da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro (que aprovou o estatuto da entidades intermunicipais), o Estado Português solicitou à Comissão Europeia um processo de revisão extraordinária da NUTS portuguesas, evocando uma reorganização da estrutura administrativa portuguesa.


Legenda: NUTS III (anteiror a 2015 e composto por trinta sub-regiões) e NUTS III (em vigor desde 2015 e composto por vinte e cinco sub-regiões.)

Geografia 10.º Ano – NUTS II – Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira

As NUT em vigor até janeiro de 2015

NUTS II é formada por sete sub-regiões:

– Cinco sub-regiões em Portugal Continental
· Norte;
· Centro;
· Lisboa;
· Alentejo;
· Algarve.

– Duas sub-regiões localizadas nas Regiões Autónomas
· Açores;
· Madeira.


Legenda: NUTS II – Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.

Geografia 10.º Ano – NUTS I – Portugal Continental, Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira

As NUT em vigor até janeiro de 2015

NUTS I é formada por três sub-regiões:
– Portugal Continental;
– Região Autónoma dos Açores;
– Região Autónoma da Madeira.


Legenda: NUTS I

Geografia 10.º Ano – Nomenclatura das Unidades Territoriais para fins Estatísticos – NUTS

A Nomenclatura das Unidades Territoriais para fins Estatísticos – NUTS, foi criada pelo EUROSTAT com o INE dos diferentes países da Europa, para efeitos de análise estatística de dados, com base numa divisão coerente e estruturada do território económico comunitário. A publicação do Regulamento (CE) n.º 1059/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho, em 26 de maio, deu enquadramento jurídico a esta nomenclatura.

A partir de janeiro de 2015, o INE vai passar a divulgar os seus indicadores referenciados a uma nova NUTS 3.

Divisão Europeia:
– Introduzida em Portugal após a adesão à União Europeia;
– Utilizada como suporte territorial para a aplicação regional dos fundos comunitários;
– A designação utilizada é de âmbito europeu – Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS);
– As NUTS constituem o instrumento comunitário para recolha, tratamento e divulgação de estatísticas, numa base territorial razoavelmente comum aos Estados-membros, e compreendem diferentes níveis de agregação:
• nível I, correspondente ao nacional – NUTS I;
• nível II, equivalente ao regional – NUTS II;
• nível III, respeitante ao sub-regional – NUTS III.
– Em cada NUTS II, existe uma Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional(CCDR) com sede numa das principais cidades da região.