Filosofia 11.º Ano – David Hume: O Problema da Causalidade

Descrição e Interpretação da Atividade Cognoscitiva
– O Empirismo de David Hume
• O Problema da Causalidade

– Não se trata de uma relação de ideias pois da sua negação não resulta qualquer contradição.
– A experiência não nos responde a determinadas questões, pois tudo o que vemos são dois acontecimentos surgirem frequentemente associados, mas não temos qualquer impressão sensível do que é essa suposta conexão necessária entre ambos.
– Apesar de não haver uma impressão que lhe corresponda diretamente a ideia de causalidade tem origem na experiência.
– A ideia de relação causal ou conexão necessária entre dois acontecimentos mais não é do que a expectativa de que um deles, a que chamamos efeito irá ocorrer sempre que o outro, a que chamamos causa ocorra.

Filosofia 11.º Ano – David Hume, Princípios de Associação de Ideias: Causalidade

Descrição e Interpretação da Atividade Cognoscitiva
– O Empirismo de David Hume
Princípios de Associação de Ideias: Causalidade

Causalidade, quando representamos duas ideias como correspondendo a uma relação causa-efeito, é natural que a consideração de efeito.
– Exemplo: A água fria posta ao lume (causa) faz pensar na fervura (efeito) que se lhe seguirá.

Filosofia 11.º Ano – David Hume, Princípios de Associação de Ideias: Contiguidade no Tempo e no Espaço

Descrição e Interpretação da Atividade Cognoscitiva
– O Empirismo de David Hume
Princípios de Associação de Ideias: Contiguidade no Tempo e no Espaço

– Contiguidade no Tempo e no Espaço, quando duas ideias são contíguas no espaço e no tempo, a consideração de uma delas evoca a consideração da outra. O mesmo acontece quando dois acontecimentos são contíguos no tempo.
– Exemplo: A lembrança de um comboio leva a pensar na estação, nos passageiros.

Filosofia 11.º Ano – David Hume, Princípios de Associação de Ideias: Semelhança

Descrição e Interpretação da Atividade Cognoscitiva
– O Empirismo de David Hume
Princípios de Associação de Ideias: Semelhança

Semelhança, quanto duas ideias são semelhantes, a consideração de uma delas conduz-nos à consideração da outra.
– Exemplo: Um rosto desenhado remete-nos para o rosto original.