Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Áreas Urbanas

1. Classifique, como verdadeira ou falsa conda uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.
a) As funções associadas ao CBD tendem a deslocalizar-se para outras áreas que, pela sua acessibilidade, se vão constituindo como novas centralidades.
b) Na fase centrífuga, a população diminui no centro da cidade e dá-se o crescimento demográfico e das atividades económicas das áreas urbanas envolventes.
c) A suburbanização tem alguns impactes territoriais negativos, como a destruição dos solos agrícolas e de solos ocupados com floresta e a falta de equipamentos sociais das novas áreas residenciais.
d) Nas respetivas áreas metropolitanas, os concelhos de Lisboa e do Porto foram os que registaram um maior crescimento demográfico nas últimas décadas.
e) Nas cidades, a saturação das diferentes infraestruturas nunca é problema porque estas, geralmente, expandem-se à medida das necessidades da população.

Soluções: Continuar a ler Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Áreas Urbanas

Economia 10.º Ano – Exercícios: Produtividade Marginal

1- Observe o quadro ao seguinte referente à empresa Economia A.

tabela produtividade marginal

1.1. Complete o quadro
1.2. O que é e para que serve a produtividade marginal?
1.3. Qual a combinação ótima dos fatores de produção da empresa? Porquê?
1.4. Qual a diferença, numa empresa, entre combinação ótima dos fatores de produção e dimensão ótima?
1.5. O que é necessário calcular para se encontrar a dimensão ótima de uma empresa?

Soluções: Continuar a ler Economia 10.º Ano – Exercícios: Produtividade Marginal

Economia 10.º Ano – Questões de Exame Nacional: Unidade 3 – A Produção de Bens e Serviços

Questões de Exame Nacional de Economia A
Unidade 3 – A Produção de Bens e Serviços

Questões de Escolha Múltipla:

1. Numa empresa com 100 trabalhadores e 10 máquinas, são produzidas mensalmente 500 unidades do bem X. Se a empresa contratar mais um trabalhador, mantendo-se tudo o resto constante, a produção eleva-se para 507 unidades mensais. A produtividade marginal do trabalho é de…

(A) 5 unidades mensais.
(B) 0,5 unidades mensais.
(C) 7 unidades mensais.
(D) 5,07 unidades mensais.

2. A taxa de desemprego traduz…

(A) a percentagem de desempregados relativamente à população activa.
(B) a percentagem de inactivos relativamente à população total.
(C) o número total de desempregados existentes num certo momento.
(D) o número total de inactivos existentes num certo momento.

3. A população activa de um país é constituída…

(A) por toda a população empregada desse país.
(B) por toda a mão-de-obra disponível para a produção.
(C) pelos empregados e pelas donas de casa.
(D) pelos trabalhadores por conta de outrem.

4. Se, a longo prazo, verificarmos que a quantidade produzida de um bem aumenta 10% e que os custos totais de produção aumentam 20%, podemos afirmar que estamos perante

(A) rendimentos marginais crescentes.
(B) economias de escala.
(C) deseconomias de escala.
(D) rendimentos marginais constantes.

5. O capital circulante de uma empresa inclui-se no

(A) capital fixo e é constituído pelos bens de produção não duradouros.
(B) capital fixo e é constituído pelos bens de produção duradouros.
(C) capital técnico e é constituído pelos bens de produção duradouros.
(D) capital técnico e é constituído pelos bens de produção não duradouros.

Questão de Desenvolvimento:

1. Uma empresa produtora de mochilas escolares elaborou um plano de produção mensal, tendo calculado
os valores da produtividade marginal do trabalho que se apresentam no Gráfico 3.

Descreva, com base no Gráfico 3, o comportamento da produtividade marginal do trabalho, e identifique a
lei que se verifica quando a empresa produtora de mochilas escolares emprega 5 ou mais trabalhadores.

Fonte: IAVE, consultado a 6 de junho de 2017

Geografia 11.º Ano – As Características da Rede Urbana

– A rede urbana e as novas relações cidade-campo
• As características da rede urbana

As aglomerações urbanas no território:
• O crescimento urbano, que teve início nos anos 80 do século XX, não para de aumentar a um ritmo significativo.
• Os centros urbanos que se encontram no litoral e, de forma particular nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, continuam a atrair população, oferecendo melhores condições de vida.
• As áreas rurais do interior a perder dinamismo devido ao envelhecimento populacional, despovoamento e pouca capacidade de fixação de população.

A hierarquia dos lugares na rede:
Área de influência ou Hinterland, área que envolve a cidade e se encontra sob sua dependência direta.
Lugar central, qualquer aglomerado onde se exerça pelo menos uma função central.
Função central, qualquer atividade económica, social, e cultural que assegure o fornecimento de bens centrais.
Bem central, são bens que podemos adquirir em lugares centrais.
Bens vulgares, de utilização frequente, que se podem adquirir em qualquer lugar central.
Bens raros, de utilização menos frequente e só possíveis encontrar em lugares centrais de nível hierárquico mais elevado.
A área de influência de cada lugar central é determinada pelo alcance da função central mais rara.
Alcance ou Raio de eficiência de um bem central, a distância máxima que as populações servidas estão dispostas a percorrer para adquirir um bem ou serviço, em função do tempo e do custo de deslocação.
Os lugares centrais estão hierarquizados de acordo com a sua centralidade.
Os centros urbanos hierarquizam-se por níveis ou ordens, tendo como base os bens e os serviços que fornecem.
Os centros urbanos de ordem inferior apresentam menor centralidade.
Os centros urbanos de ordem superior apresentam maior centralidade.
Rede ou Sistema Urbano, conjunto de aglomerações e respetivas áreas envolventes ligadas entre si e a um centro urbano principal por relações hierárquicas.
• Os vários sistemas urbanos integram-se em redes regionais, redes nacionais e redes internacionais.
• A hierarquia dos centros urbanos pode ser feita com base na dimensão demográfica.
• A rede urbana portuguesa apresenta-se desequilibrada e de padrão macrocéfalo ou bimacrocéfalo, com duas grandes cidades, Lisboa e Porto, a dominarem um elevado número de cidades de pequena dimensão.
• A rede urbana portuguesa apresenta outro desequilíbrio, a litoralização (concentração de população junto ao litoral) e a bipolarização (concentração de população junto das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto).
• Economia de escala, diminuição do custo médio unitário com o aumento do volume de produção, até um limite máximo.
• Economia de aglomeração, vantagens que decorrem da localização das empresas ou da população em aglomerações.
• Deseconomia de aglomeração, aumento dos custos de produção para as empresas e peçla diminuição da qualidade de vida para a população, devido à excessiva concentração demográfica e de atividades económicas nos aglomerados.

Economia 10º ano – A produção de bens e serviços

Conceitos essenciais para a Unidade 3 “A produção de bens e serviços”:
Bens: tudo aquilo que tem a capacidade para satisfazer as nossas necessidades;
Classificação dos Bens: natureza (Bens materiais, Bens imateriais), função (Bens de produção, Bens de consumo), duração (Bens duradouros, Bens não duradouros), relações entre si (Bens sucedâneos, Bens complementares);
Processo produtivo: é a combinação dos diversos factores de produção que leva à obtenção do produto final;
Sectores de actividade: sector primário, sector secundário, sector terciário;
Factores de produção: recursos naturais (renováveis, não renováveis), trabalho (população activa, população inativa, taxa de actividade, desemprego, taxa de desemprego, formação ao longo da vida), capital (capital técnico, capital financeiro, capital humano, capital natural);
Combinação dos factores de produção: substituibilidade, divisibilidade, complementaridade, produtividade, racionalidade económica, eficiência;
Lei dos Rendimentos Decrescentes: quando aumentamos a quantidade de um factor produtivo e mantemos os outros factores constantes, isto leva ao aumento da produtividade marginal até a um determinado ponto, a partir do qual a produtividade marginal começa a decrescer;
Custo de produção: custo total, custo fixo, custo variável, custo médio;
Economias de escala: diminuição do custo médio a longo prazo em resultado do aumento da dimensão de uma empresa e do respectivo processo produtivo;
Deseconomias de escala: aumento do custo médio a longo prazo em resultado da expansão execessiva da dimensão de uma empresa e do respectivo processo produtivo.