Exame Nacional de Filosofia e Critérios de Correção – Ano Letivo 2017/2018

Os alunos do 11º ano realizaram o Exame Nacional de Filosofia.
Podes consultar aqui o enunciado e os critérios de correção do Exame Nacional de Filosofia.

Exame Nacional Filosofia 2017-2018
Critérios de Correção

Fonte: IAVE, consultado em 22 de junho de 2018

Exame Nacional de Geografia A e Critérios de Correção – Ano Letivo 2017/2018

Os alunos do 11º ano realizaram o Exame Nacional de Geografia A.
Podes consultar aqui o enunciado e os critérios de correção do Exame Nacional de Geografia A.

Exame Nacional – Geografia A – 2017-2018
Critérios de Correção

Fonte: IAVE, consultado em 22 de junho de 2018

Economia 11.º Ano – Soluções de Questões de Exame Nacional: Unidade 12 – União Europeia

Exame Nacional de Economia A
União Europeia

Soluções das Questões de Escolha Múltipla:

1. Os Tratados de Roma, assinados, em 1957, por seis países europeus, criaram

(A) a EURATOM e a EFTA.
(B) a EURATOM e a CEE.
(C) a CECA e a EFTA.
(D) a CECA e a CEE.

2. No estudo da convergência real entre dois ou mais países membros de um espaço de integração económica, ao longo de uma década, utiliza-se, geralmente, como indicador a

(A) taxa de crescimento anual dos rendimentos primários nominais.
(B) taxa de crescimento anual do salário médio em termos nominais.
(C) taxa de variação anual do PIB por habitante, calculado a preços constantes.
(D) taxa de variação anual do consumo privado, calculado a preços correntes.

3. No processo de aprovação do orçamento comunitário intervém o

(A) Parlamento Europeu.
(B) Banco Europeu de Investimento.
(C) Banco Central Europeu.
(D) Tribunal Europeu de Justiça.

4. No processo de construção da União Europeia, os sucessivos alargamentos possibilitaram, por ordem cronológica, a integração

(A) do Reino Unido, da Hungria e da Grécia.
(B) da Polónia, da Irlanda e de Portugal.
(C) do Reino Unido, de Portugal e da Hungria.
(D) da Polónia, da Irlanda e da Grécia.

5. Uma das características da forma de integração económica designada por mercado comum é a existência de

(A) uma pauta aduaneira específica de cada Estado-membro, utilizada nas trocas comerciais de
mercadorias com países terceiros.
(B) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de serviços entre Estados-membros.
(C) uma pauta aduaneira comum aos vários Estados-membros, utilizada nas transações comerciais de mercadorias com países terceiros.
(D) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de capitais entre Estados-membros.

Soluções de Questões de Desenvolvimento:

1 – Com a entrada na União Económica e Monetária, Portugal acompanhou a fase mais
avançada do processo de integração europeia. Tal processo teve início com a criação das
Comunidades Europeias e registou um avanço significativo com a institucionalização do
Mercado Único.
Uma das principais motivações para este processo de crescente integração de Portugal
foi a convicção de que ele propiciaria um acentuar da convergência dos rendimentos das
famílias portuguesas com a média europeia.
Anuário Estatístico de Portugal, INE, 2006 (adaptado)

1.1. Indique, por ordem cronológica, as etapas da construção da União Europeia referidas no texto.
R: Comunidades Europeias, Mercado Único e União Económica e Monetária (UEM).

1.2. Explique de que forma a «convergência dos rendimentos das famílias portuguesas com a média
europeia» se reflectirá nas suas estruturas de consumo.
R: Tópicos de resposta: a convergência dos rendimentos das famílias portuguesas com os da média europeia significa que o seu rendimento médio vai aumentar; esse aumento de rendimento vai implicar alterações na estrutura de consumo das famílias; o peso das despesas em alimentação tenderá a diminuir face ao total das despesas, podendo aumentar, em contrapartida, por exemplo, o peso das despesas em lazer e cultura.

2. Leia o texto que se segue.

A criação de uma união aduaneira foi o objetivo central da assinatura do Tratado de Roma,
em 1957. Esta união aduaneira, que deu origem à Comunidade Económica Europeia (CEE),
entrou em vigor a 1 de julho de 1968.
Em 1973, a CEE assinou acordos com os Estados-membros da Associação Europeia de
Comércio Livre (EFTA) no sentido da criação de uma zona de comércio livre para cerca de
380 milhões de consumidores dos países das duas organizações europeias.
Agostinho Branquinho et al., Novo dicionário de termos europeus, 2011 (adaptado)

2.1 – O texto refere duas formas de integração económica: zona de comércio livre e união aduaneira.
Diga em que consiste cada uma dessas formas de integração.
R: Tópicos de resposta: a zona de comércio livre é uma forma de integração em que os Estados-membros
garantem a livre circulação de mercadorias entre si e mantêm a sua pauta exterior
face a países terceiros; a união aduaneira é uma forma de integração em que os Estados-membros
garantem a livre circulação de mercadorias entre si e estabelecem uma pauta
exterior comum face a países terceiros.

3. Leia o texto que se segue.

Este fundo, instituído em 1994, pela União Europeia, apoia financeiramente a realização de
projetos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias em matéria de infraestruturas
de transportes e é um dos instrumentos financeiros da política regional da União Europeia –
juntamente com os fundos estruturais.
Agostinho Branquinho et al., Novo Dicionário de Termos Europeus, Lisboa, Alêtheia Editores, 2011, p. 222 (adaptado)

3.1 – Relacione os objetivos do fundo a que o texto se refere com o princípio da coesão económica e social da
União Europeia.
Comece por identificar esse fundo.
R: Tópicos de resposta: Fundo de Coesão; este fundo destina-se, em particular, a apoiar projetos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias em matéria de infraestruturas de transportes, que reforcem a coesão económica e
social da União Europeia; este fundo, ao apoiar financeiramente projetos dos Estados-membros cujo PNB por habitante (ou, em alternativa, RNB por habitante) seja inferior a 90% do valor médio da União Europeia, pretende promover a aproximação dos níveis de rendimento médio e de qualidade de vida das populações destes países aos níveis médios comunitários, contribuindo para a concretização do princípio da coesão económica e social.

Fonte: IAVE, consultado a 04 de junho de 2018

Explicações de Geografia – 2.ª Fase dos Exames Nacionais 2017

Explicações de Geografia e Preparação para o Exame Nacional.
Explicações Individuais ou em Grupo (máximo 3 alunos)
Contacto: 918 827 069
Local: Póvoa de Varzim

Explicações de Filosofia – 2.ª Fase dos Exames Nacionais 2017

Explicações de Filosofia e Preparação para o Exame Nacional.
Explicações Individuais ou em Grupo (máximo 3 alunos)
Contacto: 918 827 069
Local: Póvoa de Varzim

Explicações de Economia – 2.ª Fase dos Exames Nacionais 2017

Explicações de Economia e Preparação para o Exame Nacional.
Explicações Individuais ou em Grupo (máximo 3 alunos)
Contacto: 918 827 069
Local: Póvoa de Varzim

Economia 11.º Ano – Questões de Exame Nacional: Unidade 12 – União Europeia

Exame Nacional de Economia A
União Europeia

Questões de Escolha Múltipla:

1. Os Tratados de Roma, assinados, em 1957, por seis países europeus, criaram

(A) a EURATOM e a EFTA.
(B) a EURATOM e a CEE.
(C) a CECA e a EFTA.
(D) a CECA e a CEE.

2. No estudo da convergência real entre dois ou mais países membros de um espaço de integração económica, ao longo de uma década, utiliza-se, geralmente, como indicador a

(A) taxa de crescimento anual dos rendimentos primários nominais.
(B) taxa de crescimento anual do salário médio em termos nominais.
(C) taxa de variação anual do PIB por habitante, calculado a preços constantes.
(D) taxa de variação anual do consumo privado, calculado a preços correntes.

3. No processo de aprovação do orçamento comunitário intervém o

(A) Parlamento Europeu.
(B) Banco Europeu de Investimento.
(C) Banco Central Europeu.
(D) Tribunal Europeu de Justiça.

4. No processo de construção da União Europeia, os sucessivos alargamentos possibilitaram, por ordem cronológica, a integração

(A) do Reino Unido, da Hungria e da Grécia.
(B) da Polónia, da Irlanda e de Portugal.
(C) do Reino Unido, de Portugal e da Hungria.
(D) da Polónia, da Irlanda e da Grécia.

5. Uma das características da forma de integração económica designada por mercado comum é a existência de

(A) uma pauta aduaneira específica de cada Estado-membro, utilizada nas trocas comerciais de
mercadorias com países terceiros.
(B) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de serviços entre Estados-membros.
(C) uma pauta aduaneira comum aos vários Estados-membros, utilizada nas transações comerciais de mercadorias com países terceiros.
(D) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de capitais entre Estados-membros.

Questões de Desenvolvimento:

1 – Com a entrada na União Económica e Monetária, Portugal acompanhou a fase mais
avançada do processo de integração europeia. Tal processo teve início com a criação das
Comunidades Europeias e registou um avanço significativo com a institucionalização do
Mercado Único.
Uma das principais motivações para este processo de crescente integração de Portugal
foi a convicção de que ele propiciaria um acentuar da convergência dos rendimentos das
famílias portuguesas com a média europeia.
Anuário Estatístico de Portugal, INE, 2006 (adaptado)

1.1. Indique, por ordem cronológica, as etapas da construção da União Europeia referidas no texto.
1.2. Explique de que forma a «convergência dos rendimentos das famílias portuguesas com a média
europeia» se reflectirá nas suas estruturas de consumo.

2. Leia o texto que se segue.

A criação de uma união aduaneira foi o objetivo central da assinatura do Tratado de Roma,
em 1957. Esta união aduaneira, que deu origem à Comunidade Económica Europeia (CEE),
entrou em vigor a 1 de julho de 1968.
Em 1973, a CEE assinou acordos com os Estados-membros da Associação Europeia de
Comércio Livre (EFTA) no sentido da criação de uma zona de comércio livre para cerca de
380 milhões de consumidores dos países das duas organizações europeias.
Agostinho Branquinho et al., Novo dicionário de termos europeus, 2011 (adaptado)

2.1 – O texto refere duas formas de integração económica: zona de comércio livre e união aduaneira.
Diga em que consiste cada uma dessas formas de integração.

3. Leia o texto que se segue.

Este fundo, instituído em 1994, pela União Europeia, apoia financeiramente a realização de
projetos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias em matéria de infraestruturas
de transportes e é um dos instrumentos financeiros da política regional da União Europeia –
juntamente com os fundos estruturais.
Agostinho Branquinho et al., Novo Dicionário de Termos Europeus, Lisboa, Alêtheia Editores, 2011, p. 222 (adaptado)

3.1 – Relacione os objetivos do fundo a que o texto se refere com o princípio da coesão económica e social da
União Europeia.
Comece por identificar esse fundo.

Fonte: IAVE, consultado a 23 de junho de 2017

Economia 11.º Ano – Questões de Exame Nacional: Unidade 11 – A Intervenção do Estado na Economia

Exame Nacional de Economia A
A Intervenção do Estado na Economia

Questões de Escolha Múltipla:

1. A poluição sonora causada por uma determinada empresa industrial afeta diariamente a vida dos habitantes da pequena comunidade onde está localizada. A poluição sonora constitui um exemplo de uma falha de mercado. Esta afirmação é

(A) falsa, pois o mercado de concorrência imperfeita é capaz de aplicar eficientemente os recursos
escassos.
(B) falsa, pois os custos sociais causados pela externalidade são integrados no preço de venda do bem.
(C) verdadeira, pois as medidas de combate à poluição impedem uma afetação eficiente dos fatores
produtivos.
(D) verdadeira, pois a poluição representa um custo social que não é tido em conta por quem o causa.

2. Em 2014, num dado país, perante o agravamento da crise económica, o Estado decidiu aumentar em 5% o valor dos vencimentos dos funcionários públicos, com o objetivo de estimular o crescimento da procura interna. Considerando-se tudo o resto constante, podemos afirmar que o Estado, no âmbito das suas funções económicas e sociais, pretendeu, através do uso deste instrumento da

(A) política de preços, eliminar uma externalidade.
(B) política de concorrência, garantir a eficiência económica.
(C) política monetária, contribuir para a equidade.
(D) política orçamental, promover a estabilidade macroeconómica.

3. O Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) é classificado como um

(A) imposto direto, constituindo uma das receitas correntes do Estado.
(B) imposto direto, constituindo uma das receitas de capital do Estado.
(C) imposto indireto, constituindo uma das receitas correntes do Estado.
(D) imposto indireto, constituindo uma das receitas de capital do Estado.

4. No âmbito das suas funções económicas e sociais, o Estado, ao aplicar políticas de redistribuição dos rendimentos, pretende essencialmente garantir a eficiência.
Esta afirmação é

(A) verdadeira, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende
essencialmente diminuir os custos de produção das empresas.
(B) verdadeira, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende
essencialmente promover a estabilidade.
(C) falsa, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende
essencialmente promover a equidade.
(D) falsa, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende
essencialmente assegurar um aumento das exportações.

5. O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é classificado como um

(A) imposto direto e é um dos instrumentos da política fiscal do Estado.
(B) imposto indireto e é um dos instrumentos da política fiscal do Estado.
(C) imposto direto e é uma receita de capital do Estado.
(D) imposto indireto e é uma receita de capital do Estado.

6. Num determinado país, em 2014, o Estado, com o objetivo de aumentar as receitas públicas totais, decidiu agravar em 2 pontos percentuais as taxas do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS).
Considerando-se tudo o resto constante, podemos afirmar que esta medida de política fiscal provocou

(A) a redução do excedente das contas públicas.
(B) o aumento do poder de compra das famílias.
(C) o aumento do salário nominal médio da economia.
(D) a redução do rendimento disponível dos particulares.

Questões de Desenvolvimento:

1. A situação de desemprego, tal como outras situações, tem efeitos indesejáveis, tanto a nível económico como social, podendo levar à intervenção do Estado.

1.1- Apresente três aspectos que evidenciem a importância do Orçamento do Estado como instrumento de
intervenção económica e social, em geral.

2 – Leia o seguinte texto

No actual quadro de funcionamento da economia portuguesa, a política social tem de estar centrada na defesa do emprego e nas preocupações com a equidade social, tendo de ter como prioridade assegurar aos cidadãos capacidades profissionais e nível de instrução que lhes possibilitem uma melhor inserção e progressão nas respectivas carreiras profissionais. Por outro lado, a necessidade de corrigir a repartição pessoal do rendimento implica não só uma acção do lado das despesas públicas, sobretudo para combater situações de pobreza, como também uma actuação do lado das receitas públicas, utilizando, por exemplo, a política fiscal.
Vítor Constâncio, «Do passado ao futuro de Portugal», Economia Pura, Dezembro de 2004 (adaptado)

2.1 – Explicite o sentido do texto, tendo em atenção os seguintes aspectos:
– política social: objectivos e prioridades;
– instrumentos que o Estado pode utilizar para atenuar as desigualdades na repartição dos rendimentos.

Fonte: IAVE, consultado a 22 de junho de 2017

Economia 11.º Ano – Questões de Exame Nacional: Unidade 10 – Relações económicas com o Resto do Mundo

Exame Nacional de Economia A
Relações económicas com o Resto do Mundo

Questões de Escolha Múltipla:

1. A Tabela 3 apresenta valores de taxas de câmbio, publicados pelo Banco de Portugal, para o dia 24 de setembro de 2015. Cada uma dessas taxas representa a quantidade de moeda estrangeira que pode ser trocada por um euro.

Com base na Tabela 3, podemos afirmar que, a 24 de setembro de 2015,

(A) com um euro, era possível adquirir menos do que um iene.
(B) com um real, era possível adquirir mais do que uma libra.
(C) com um euro, era possível adquirir menos do que um dólar.
(D) com um dólar, era possível adquirir mais do que um iene.

2.Num determinado país, em 2015, as autoridades decidiram aplicar um direito aduaneiro (ou uma barreira alfandegária tarifária) sobre a importação de batata. Podemos afirmar que esta medida se insere numa política comercial
(A) protecionista, ao contribuir para a redução da concorrência no mercado interno da batata.
(B) protecionista, ao aumentar as vendas, no país, das empresas residentes no resto do mundo.
(C) de comércio livre e visa reforçar a concorrência no mercado externo da batata.
(D) de comércio livre e pretende apoiar as unidades produtoras residentes no país.

3. Em 2013, uma dada empresa, residente em Espanha mas constituída por capitais portugueses, criou, no território económico espanhol, um valor acrescentado bruto de 200 mil euros. Nesse ano, a empresa não distribuiu lucros pelos seus acionistas, nem efetuou outros pagamentos relativos a rendimentos primários ao Resto do Mundo. O valor acrescentado bruto criado pela empresa, em 2013, foi contabilizado

(A) no PIB espanhol e no PNB português.
(B) no PIB português e no PNB espanhol.
(C) no PIB português e no PNB português.
(D) no PIB espanhol e no PNB espanhol.

4. O Quadro 2 apresenta todos os registos efetuados na balança corrente e de capital de um dado país, em 2014.

Com base no Quadro 2, podemos afirmar que, nesse país, em 2014, o saldo da balança corrente foi

(A) 8 milhões de euros.
(B) 48 milhões de euros.
(C) – 408 milhões de euros.
(D) – 360 milhões de euros.

5. Num determinado país, em 2013, o Estado efetuou o pagamento de juros, ao Resto do Mundo, de um empréstimo obtido no ano anterior. Em 2013, nesse país, o valor desses juros pagos pelo Estado foi registado a débito na

(A) Balança de transferências correntes.
(B) Balança de rendimentos.
(C) Balança de capital.
(D) Balança financeira.

Questões de Desenvolvimento:

1. O valor da taxa de cobertura das importações pelas exportações, em 2005, foi de 76,5%.
Explicite o significado deste valor.

2. Explique as consequências de uma desvalorização da moeda de um país na sua Balança de Mercadorias.

Fonte: IAVE, consultado em 22 de junho de 2017