Preparação para o Exame Nacional de Geografia: União Europeia

1. Classifique, como verdadeira ou falsa conda uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.
a) O Tratado de Maastricht foi assinado em Outubro de 2007, durante a última presidência portuguesa da União Europeia, numa cidade francesa.
b) A Comissão Europeia é responsável pela execução das decisões do Parlamento e do Conselho e assegura a gestão corrente da União Europeia: aplicar as políticas, executar os programas e utilizar os fundos.
c) O reforço da posição da União Europeia no contexto político internacional e no mercado mundial é um dos aspetos positivos dos alargamentos de 2004 e 2007.
d) As primeiras medidas comunitárias no domínio ambiental datam de finais dos anos 50 e a Política Ambiental foi importante desde o Tratado de Roma.
e) As alterações climáticas tornam o tempo mais instável, trazendo mais tempestades e secas e, com elas, inundações e escassez de água.

Soluções:

2. a) Falsa. O Tratado de Lisboa foi assinado em 2007, durante a última presidência portuguesa da União Europeia, em Lisboa. O Tratado de Maastricht foi assinado em 1992.
b) Verdadeira.
c) Verdadeira.
d) Falsa. As primeiras medidas comunitárias no domínio ambiental datam de finais dos anos 50 e a Política Ambiental começou a ser valorizada no Tratado de Maastricht e foi reforçada no Tratado de Amesterdão.
e) Verdadeira.

Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Recursos Marítimos

1. Classifique, como verdadeira ou falsa conda uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.
a) A ZEE portuguesa é a maior da UE e tem uma extensão aproximada de cerca de 1,8 milhões de km2.
b) No litoral continental há uma predominância da costa de praia e a costa de arriba tem menor extensão.
c) A ria de Aveiro formou-se pela regressão das águas do mar e pela acumulação de sedimentos transportados pelo rio Vouga.
d) Na confluência da corrente fria com uma quente, há maior quantidade de fauna marinha.
e) As áreas onde a frota portuguesa efetua maiores capturas são o Atlântico Sudoeste, o Atlântico Centro-Oeste e o Pacífico Sudoeste.
f) O Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo destina-se a ordenar a circulação de navios nas águas territoriais portuguesas.

Soluções: Continuar a ler Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Recursos Marítimos

Preparação para o Exame Nacional de Filosofia: Descartes e Hume

1. Leia o texto seguinte.

Texto A
Quando lanço um pedaço de madeira seca numa lareira, o meu espírito é imediatamente levado
a conceber que ele vai aumentar as chamas, não que as vai extinguir. Esta transição de pensamento
da causa para o efeito não procede da razão […]. E como parte inicialmente de um objeto presente
aos sentidos, ela torna a ideia ou conceção da chama mais forte e viva do que o faria qualquer
devaneio solto e flutuante da imaginação.
David Hume, «Investigação sobre o Entendimento Humano», in Tratados Filosóficos I, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2002

1.1. Explicite, a partir do exemplo do texto, em que se baseia a ideia da relação de causa e efeito, segundo
Hume.

1.2. Compare as posições de Hume e de Descartes relativamente à origem do conhecimento humano.
Na sua resposta deve integrar, pela ordem que entender, os seguintes conceitos:
−− razão;
−− sentidos;
−− ideias.

Respostas: Continuar a ler Preparação para o Exame Nacional de Filosofia: Descartes e Hume

Preparação para o Exame Nacional de Filosofia: Os Valores

1. Leia o seguinte texto.

Enquanto acto de autoprotecção […], podemos fazer o que for necessário para nos defendermos, mesmo que isso implique a morte do atacante […]. O efeito bom é a preservação da nossa vida, sendo o efeito mau a perda da vida do atacante.
David S. Oderberg, Ética Aplicada, Lisboa, Principia, 2009, p. 233

1.1. Relacione a noção de preferência valorativa com a situação descrita no Texto D.

1.2. Dê um exemplo de outra situação de conflito de valores.

Respostas: Continuar a ler Preparação para o Exame Nacional de Filosofia: Os Valores

Filosofia 11.º Ano – Exercícios de Preparação: Exame Nacional de Filosofia

1. Leia o seguinte texto:

«Todas as cores da poesia, por mais esplêndidas, jamais podem pintar os objetos naturais de tal modo que se tome a descrição pela paisagem real. O mais vivo pensamento é ainda inferior à mais fraca sensação.
Podemos observar uma distinção semelhante; um homem, num acesso de cólera, é estimulado de um modo muito diferente daquele que apenas pensa nessa emoção.»
D. Hume, Investigação sobre o Entendimento Humano, Lisboa, Lisboa Editora, 2006

1.1 A partir do texto, esclareça a distinção que Hume estabelece em relação à perceção dos objetos, ou do conhecimento que deles temos.

1.2 Thomas Kuhn apresenta uma conceção de ciência suportada em paradigmas. Esclareça a importância que os conceitos de paradigma e revolução desempenham na teoria de Kuhn sobre a ciência.

Soluções: Continuar a ler Filosofia 11.º Ano – Exercícios de Preparação: Exame Nacional de Filosofia

Economia 11.º Ano – Exercícios de Preparação: Exame Nacional de Economia

1. Explique em que consiste o Orçamento do Estado.

2. Explicite o sentido do texto, tendo em atenção o conceito de equilíbrio orçamental.

3. O Pacto de Estabilidade e Crescimento é um instrumento de convergência que compromete os Estados-membros a manterem a estabilidade em matéria orçamental.
Comente a afirmação anterior referindo a situação portuguesa.

Soluções Continuar a ler Economia 11.º Ano – Exercícios de Preparação: Exame Nacional de Economia

Geografia 11.º Ano – Exercícios da unidade União Europeia

Leia atentamente ao texto que e segue.

1. Os últimos três países que integraram a UE em janeiro de 2007 e julho de 2013 foram
(A) Estónia, Bulgária e Turquia.
(B) Bulgária, Roménia e Croácia.
(C) Letónia, Lituânia e Roménia.
(D) Estónia, Letónia e Croácia.

2. Os alargamentos sucessivos da UE proporcionaram a este espaço um conjunto de oportunidades,
como, por exemplo
(A) uma diminuição acentuada dos fluxos migratórios internos e uma maior estabilidade política a
Leste.
(B) uma maior homogeneidade cultural e uma diminuição acentuada dos fluxos migratórios externos.
(C) um aumento substancial do número de consumidores e uma maior homogeneidade cultural.
(D) um aumento substancial do número de consumidores e uma maior estabilidade política a Leste.

3. Um dos objetivos da UE é a redução das suas disparidades regionais. Para tentar alcançar esse
objetivo foram tomadas medidas, como
(A) a melhoria dos salários nas regiões com PIB per capita inferior à média comunitária.
(B) a distribuição igualitária dos fundos comunitários por todas as regiões deprimidas.
(C) uma maior atribuição de fundos comunitários às regiões com um PIB per capita mais baixo.
(D) a fixação, nas áreas rurais, dos imigrantes oriundos do espaço extracomunitário.

4. A adesão dos países PECO à UE dependeu do cumprimento de um conjunto de critérios, dos quais se
destacam
(A) a adoção de uma segunda língua oficial e a proteção das minorias.
(B) a necessidade de se manterem na UE durante um período de 10 anos e integrarem a Zona Euro.
(C) o respeito pelos Direitos Humanos e a proteção das minorias.
(D) o respeito pelos Direitos Humanos e a integração no espaço Schengen.

5. Comente a afirmação que se segue:
“O alargamento a leste constitui simultaneamente uma oportunidade e um desafio.”

Soluções: Continuar a ler Geografia 11.º Ano – Exercícios da unidade União Europeia

Filosofia 10.º Ano – Exame Nacional: John Rawls

Exame Nacional: John Rawls

1. Leia o texto.
Quando os dois princípios [da justiça] são cumpridos, as liberdades básicas de cada sujeito estão garantidas e, de um modo definido pelo princípio da diferença, cada sujeito é beneficiado pela cooperação social. Deste modo, é possível explicar a aceitação do sistema social e dos princípios que ele cumpre através da lei psicológica segundo a qual as pessoas tendem a amar, proteger e apoiar aquilo que defende o seu próprio bem. Dado que o bem de todos é defendido, todos estarão inclinados a defender o sistema.
Quando o princípio de utilidade é cumprido, […] não existe a garantia de que todos beneficiem. A obediência ao sistema social pode obrigar a que alguns, em particular os menos favorecidos, devam renunciar a benefícios para que um bem maior esteja à disposição do conjunto. Assim, o sistema não será estável, a não ser que aqueles que sofrem os sacrifícios maiores se identifiquem com interesses mais amplos do que os que lhes são próprios. Tal não é fácil de obter.
J. Rawls, Uma Teoria da Justiça, Lisboa, Editorial Presença, 2001, p. 149 (adaptado)

1.1 – No texto anterior, Rawls apresenta razões a favor dos dois princípios da justiça por si defendidos e contra o princípio de utilidade. Explicite as razões de Rawls.

2. De acordo com a teoria da justiça proposta por John Rawls, «os princípios da justiça devem ser escolhidos a coberto de um «véu de ignorância». Porquê?

Tópicos de correção:

1.1
– numa sociedade organizada de acordo com os dois princípios da justiça, todos os cidadãos são beneficiados em função do princípio da diferença (que estipula que as expectativas dos menos favorecidos sejam maximizadas); Continuar a ler Filosofia 10.º Ano – Exame Nacional: John Rawls

Questões de Filosofia 11.º Ano – Exame Nacional de Filosofia – Karl Popper

Exame Nacional de Filosofia – Karl Popper

1. Explique o que, de acordo com Popper, é requerido para que uma teoria seja aceite pelos cientistas.
Na sua resposta, deve:
•  explicitar a conceção indutivista de ciência e a crítica de Karl Popper a essa conceção;
•  apresentar uma posição crítica fundamentada.

2. Leia o texto.
As repetidas observações e experiências funcionam como testes das nossas conjeturas ou hipóteses, isto é, como tentativas de refutação.
K. Popper, Conjeturas e Refutações, Coimbra, Almedina, 2003, p. 82

2.1 – Apresente uma crítica à tese de Popper enunciada no texto. Na sua resposta, comece por explicar essa tese.

Tópicos de resposta: Continuar a ler Questões de Filosofia 11.º Ano – Exame Nacional de Filosofia – Karl Popper

Filosofia 10.º Ano – Exame Nacional: Livre-Arbítrio, Determinismo Moderado, Determinismo Radical, Libertismo

Exame Nacional: Livre-Arbítrio, Determinismo Moderado, Determinismo Radical, Libertismo

1 – Na Europa, ao contrário de noutras partes do mundo, a grande maioria das pessoas julgaria o castigo por apedrejamento como horrendo e profundamente errado. Para algumas pessoas isso mostra que estas questões são relativas. […]
A respeito do apedrejamento, os relativistas [morais] por vezes concluem enganadoramente que é errado interferirmos nas práticas de outro país. Se essa conclusão é apresentada como uma afirmação não relativa, nomeadamente a de que interferir é errado, […] então contradiz a afirmação relativista de que todos os juízos morais são relativos. Tais relativistas não podem manter consistentemente a sua posição. Essa é uma razão clara para rejeitar o seu relativismo.
P. Cave, Duas Vidas Valem Mais Que Uma?, Alfragide, Academia do Livro, 2008, pp. 85-87 (adaptado)

1.1 – O autor do texto apresenta um argumento contra o relativismo moral. Explique esse argumento.
1.2 – O relativismo moral é usado para defender a tolerância. Apresente razões dos relativistas morais a favor da tolerância.

Tópicos de correção:

1.1 –
– os relativistas (morais) defendem que todos os juízos morais são relativos (ou seja, defendem que os juízos morais são verdadeiros ou falsos em relação a uma cultura / o valor de verdade dos juízos morais depende da cultura a que se pertence);
– ao mesmo tempo, os relativistas (morais) defendem que é sempre errado interferir nas práticas de outras culturas (por exemplo, condenando essas práticas);
– se é verdade que todos os juízos morais são relativos, então também é relativo o juízo de que é errado interferir nas práticas de outras culturas; por outro lado, se é absolutamente verdadeiro o juízo de que é errado interferir nas práticas de outras culturas, então nem todos os juízos morais são relativos;
– os relativistas (morais) contradizem-se quando afirmam que todos os juízos morais são relativos e, ao mesmo tempo, apresentam como uma verdade não relativa (absoluta) o juízo de que é errado interferir nas práticas de outras culturas.

1.2 –
– temos uma tendência (errada) para pensar que as preferências e as práticas da nossa sociedade são moralmente certas / se fundamentam em valores absolutos;
– porém, muitas dessas preferências e práticas não passam de padrões culturais;
– os padrões culturais das outras sociedades são apenas diferentes e não são moralmente piores (nem melhores) do que os padrões culturais da nossa sociedade;
– é errado tentarmos impor as preferências e as práticas da nossa sociedade às outras sociedades / é errado sermos intolerantes.