Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – União Europeia, Taxa de Crescimento Efetivo e Fecundidade

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questões 1-2

1. Na União Europeia (UE), o ritmo de crescimento da população, nos últimos anos, constitui uma ameaça à
coesão e à competitividade das diferentes regiões europeias.
A Figura 1 representa a taxa de crescimento efetivo (‰), por NUTS III, nos Estados-membros da UE, em
2017.

1.1. De acordo com a Figura 1, dois dos Estados-membros da UE em que a maioria das suas NUTS III apresentam uma taxa de crescimento efetivo superior à média da UE são
(A) a Polónia e o Reino Unido.
(B) a Finlândia e a República Checa.
(C) a Irlanda e a Suécia.
(D) a Dinamarca e Portugal.

1.2. O valor da taxa de crescimento efetivo registado nas NUTS III da Península Ibérica, em 2017, observável na Figura 1, permite-nos afirmar que,
(A) na maioria das unidades territoriais de Portugal continental, a taxa de mortalidade foi superior à taxa de natalidade.
(B) nas unidades territoriais do litoral do sudeste de Espanha, o somatório da taxa de crescimento natural e da taxa de crescimento migratório foi positivo.
(C) nas unidades territoriais do litoral de Portugal continental, a taxa de crescimento natural e a taxa de crescimento migratório foram ambas negativas.
(D) na maioria das unidades territoriais do sudeste de Espanha, a taxa de natalidade foi superior à taxa de mortalidade.

1.3. A taxa de crescimento efetivo superior a 6‰ nas NUTS III dos Estados-membros da UE, observada na Figura 1, tem impactes noutros indicadores demográficos, porque ocorre um
(A) decréscimo da esperança de vida aos 65 anos, se aumentar a população idosa.
(B) aumento do índice de dependência de jovens, se o efetivo de população adulta se mantiver.
(C) decréscimo do índice sintético de fecundidade, se a população for predominantemente feminina.
(D) aumento do rejuvenescimento, se a população jovem for predominantemente emigrante.

2. A redução da fecundidade em Portugal constitui um problema sociodemográfico, na medida em que compromete, a médio e a longo prazo, o desenvolvimento do país.
Duas estratégias que podem ser implementadas de modo a aumentar a fecundidade em Portugal são:
A – criar incentivos para a redução da idade média da mulher ao nascimento do primeiro filho;
B – atribuir apoios às famílias com dois ou mais filhos.

Selecione uma das estratégias, A ou B. De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas medidas, explicando de que modo contribuem para aumentar a fecundidade em Portugal.

Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Notícias: Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU

Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU

A subida do nível do mar, as inundações e a intensificação das ondas de calor estão a ameaçar as cidades costeiras de todo mundo, segundo o relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima.
De Bombaim a Miami, Daca ou Veneza, estas cidades e os seus milhões de habitantes que vivem na foz dos estuários ou nas linhas sinuosas da costa estão “na linha da frente” da crise climática que corre o risco de redesenhar os mapas dos continentes, aponta o relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima (IPCC, na sigla em inglês), citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
“O nível do mar continua a subir, as inundações e as ondas de calor são cada vez mais frequentes e intensas e o aquecimento aumenta a acidez do oceano”, referem os cientistas neste relatório de 4.000 páginas sobre os impactos das mudanças climáticas.
De acordo com os peritos climáticos, é preciso “fazer escolhas difíceis”.

Notícia completa: Aqui
Fonte: Euronews, consultado a 9 de setembro de 2021.

Notícias: Fazer dos oceanos uma arma contra as alterações climáticas

CRISE CLIMÁTICA AGORA
Fazer dos oceanos uma arma contra as alterações climáticas

A utilização de energias renováveis, a redução da pegada de carbono nos transportes e as mudanças na alimentação poderiam fazer com que se conseguisse reduzir até quatro mil milhões de toneladas de dióxido de carbono até 2030. Este estudo reconhece o perigo que os oceanos enfrentam, mas garante que existem soluções que podem tirar partido das suas vantagens.

Os oceanos estão mais quentes, mais ácidos, com menos oxigénio e com menos biodiversidade – são uma clara vítima das alterações climáticas, mas podem também ser “uma poderosa fonte de soluções”, refere um estudo divulgado esta quarta-feira na revista Science. Depois da apresentação do relatório do IPCC que traça um futuro negro para os oceanos, para a vida nele existente e para quem dele depende, este estudo traz alguma “esperança”. Há cinco áreas em destaque: a energia renovável, o transporte de mercadorias, a protecção e restauração dos ecossistemas marinhos e costeiros; as pescas, aquacultura e mudanças no regime alimentar e ainda o armazenamento de carbono no leito marinho. Quando se deve começar? O mais rapidamente possível.

(…)

Mais algas, menos metano. Mais peixe, menos carne

Uma das conclusões mais interessantes está relacionada com as algas: “Os produtos feitos a partir de algas marinhas podem substituir produtos com uma pegada mais elevada de CO2, evitando-se emissões em campos como o da alimentação, das pastagens, dos fertilizantes, medicamentos, biocombustíveis e bioplásticos”, refere o estudo. Quando aplicadas nos regimes alimentares de animais ruminantes (sobretudo ovelhas e bovinos), estas algas marinhas podem ser importantes para reduzir as emissões de metano. “As experiências in vitro mostram que a alga Asparagopsis taxiformis consegue reduzir as emissões de metano em ruminantes até 99% quando fazem apenas parte de 2% da sua alimentação”. Noutras espécies, a redução das emissões de metano após o consumo desta alga varia entre os 33% e os 50%.

O estudo da Science dá conta de que a proteína consumida por humanos vinda do mar tem “uma pegada de carbono substancialmente mais pequena do que a proteína proveniente de animais em contexto terrestre, sobretudo ruminantes”. Uma das formas propostas de se reduzirem as emissões é tornando a pesca mais sustentável e alterando-se os regimes alimentares, optando-se por comer mais peixe e marisco, por exemplo.

Notícia completa: Aqui
Fonte: Público, consultado a 9 de setembro de 2021.

Notícias: Algas marinhas podem reduzir até 82% as emissões de metano do gado bovino

Algas marinhas podem reduzir até 82% as emissões de metano do gado bovino

Experiência em 21 vacas alimentadas durante cinco meses com a alga Asparagopsis taxiformis.

A adição de algas marinhas à alimentação do gado pode reduzir as suas emissões de gás metano até 82%, de acordo com um estudo de investigadores da Universidade da Califórnia e Davis publicado na revista científica Plos ONE.
O estudo, que foi conduzido pelo professor do Departamento de Zootecnia e director do World Food Center daquela universidade norte-americana, Ermias Kebreab, em colaboração com a investigadora Breanna Roque, pode abrir caminho para a sustentabilidade da produção pecuária em todo o mundo.
“Agora temos provas sólidas de que as algas marinhas na dieta do gado são eficazes na redução dos gases com efeito de estufa e que a sua eficácia não diminui com o tempo”, frisou Ermias Kebreab sobre a investigação publicada na revista online.

(…)

Notícia completa: Aqui
Fonte: Público, consultado a 9 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Alterações Climáticas, União Europeia, Plástico, Poluição Ambiental, Protocolo de Quioto, Protocolo de Paris

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Versão 1
Questão 12

12. Na Figura 6, está representada a quantidade dos resíduos de embalagens de plástico nos Estados‑membros da UE, em 2016.

12.1. Considere as seguintes afirmações referentes a 2016.
I.  A produção per capita de resíduos de embalagens de plástico pela Irlanda e pelo Luxemburgo contribui para reduzir a pegada ecológica destes países.
II. Nos países da Península Ibérica, a quantidade dos resíduos de embalagens de plástico per capita foi superior à média da União Europeia.
III. Os Estados-membros que mais investiram num sistema de gestão de resíduos sólidos foram os que tiveram uma produção de embalagens de plástico superior a 2 milhões de toneladas.
IV. A Alemanha, comparativamente com Portugal, produziu, em valor absoluto, o triplo de resíduos de embalagens de plástico, por ter um maior número de habitantes.
V. Os países bálticos, que integraram a UE em 2004, apresentavam valores de produção de resíduos de embalagens de plástico inferiores a 250 000 toneladas.

Identifique as duas afirmações verdadeiras que são comprovadas pela interpretação da Figura 6.

12.2. Na atualidade, os microplásticos na água constituem um grave problema, atingindo uma dimensão
(A) regional, porque afeta sobretudo as regiões costeiras industrializadas produtoras de resíduos.
(B) global, porque afeta essencialmente os estuários e as enseadas limítrofes às fontes poluidoras.
(C) regional, porque afeta apenas países costeiros em que não há uma política ambiental.
(D) global, porque afeta os oceanos e os mares através da ação das correntes marítimas.

Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 8 de setembro de 2021

Preparação para o Exame Nacional de Geografia: União Europeia

1. Classifique, como verdadeira ou falsa conda uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.
a) O Tratado de Maastricht foi assinado em Outubro de 2007, durante a última presidência portuguesa da União Europeia, numa cidade francesa.
b) A Comissão Europeia é responsável pela execução das decisões do Parlamento e do Conselho e assegura a gestão corrente da União Europeia: aplicar as políticas, executar os programas e utilizar os fundos.
c) O reforço da posição da União Europeia no contexto político internacional e no mercado mundial é um dos aspetos positivos dos alargamentos de 2004 e 2007.
d) As primeiras medidas comunitárias no domínio ambiental datam de finais dos anos 50 e a Política Ambiental foi importante desde o Tratado de Roma.
e) As alterações climáticas tornam o tempo mais instável, trazendo mais tempestades e secas e, com elas, inundações e escassez de água.

Soluções:

2. a) Falsa. O Tratado de Lisboa foi assinado em 2007, durante a última presidência portuguesa da União Europeia, em Lisboa. O Tratado de Maastricht foi assinado em 1992.
b) Verdadeira.
c) Verdadeira.
d) Falsa. As primeiras medidas comunitárias no domínio ambiental datam de finais dos anos 50 e a Política Ambiental começou a ser valorizada no Tratado de Maastricht e foi reforçada no Tratado de Amesterdão.
e) Verdadeira.

Geografia 11.º Ano – Exercícios da unidade União Europeia

Leia atentamente ao texto que e segue.

1. Os últimos três países que integraram a UE em janeiro de 2007 e julho de 2013 foram
(A) Estónia, Bulgária e Turquia.
(B) Bulgária, Roménia e Croácia.
(C) Letónia, Lituânia e Roménia.
(D) Estónia, Letónia e Croácia.

2. Os alargamentos sucessivos da UE proporcionaram a este espaço um conjunto de oportunidades,
como, por exemplo
(A) uma diminuição acentuada dos fluxos migratórios internos e uma maior estabilidade política a
Leste.
(B) uma maior homogeneidade cultural e uma diminuição acentuada dos fluxos migratórios externos.
(C) um aumento substancial do número de consumidores e uma maior homogeneidade cultural.
(D) um aumento substancial do número de consumidores e uma maior estabilidade política a Leste.

3. Um dos objetivos da UE é a redução das suas disparidades regionais. Para tentar alcançar esse
objetivo foram tomadas medidas, como
(A) a melhoria dos salários nas regiões com PIB per capita inferior à média comunitária.
(B) a distribuição igualitária dos fundos comunitários por todas as regiões deprimidas.
(C) uma maior atribuição de fundos comunitários às regiões com um PIB per capita mais baixo.
(D) a fixação, nas áreas rurais, dos imigrantes oriundos do espaço extracomunitário.

4. A adesão dos países PECO à UE dependeu do cumprimento de um conjunto de critérios, dos quais se
destacam
(A) a adoção de uma segunda língua oficial e a proteção das minorias.
(B) a necessidade de se manterem na UE durante um período de 10 anos e integrarem a Zona Euro.
(C) o respeito pelos Direitos Humanos e a proteção das minorias.
(D) o respeito pelos Direitos Humanos e a integração no espaço Schengen.

5. Comente a afirmação que se segue:
“O alargamento a leste constitui simultaneamente uma oportunidade e um desafio.”

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Economia 11.º Ano – Soluções de Questões de Exame Nacional: Unidade 12 – União Europeia

Exame Nacional de Economia A
União Europeia

Soluções das Questões de Escolha Múltipla:

1. Os Tratados de Roma, assinados, em 1957, por seis países europeus, criaram

(A) a EURATOM e a EFTA.
(B) a EURATOM e a CEE.
(C) a CECA e a EFTA.
(D) a CECA e a CEE.

2. No estudo da convergência real entre dois ou mais países membros de um espaço de integração económica, ao longo de uma década, utiliza-se, geralmente, como indicador a

(A) taxa de crescimento anual dos rendimentos primários nominais.
(B) taxa de crescimento anual do salário médio em termos nominais.
(C) taxa de variação anual do PIB por habitante, calculado a preços constantes.
(D) taxa de variação anual do consumo privado, calculado a preços correntes.

3. No processo de aprovação do orçamento comunitário intervém o

(A) Parlamento Europeu.
(B) Banco Europeu de Investimento.
(C) Banco Central Europeu.
(D) Tribunal Europeu de Justiça.

4. No processo de construção da União Europeia, os sucessivos alargamentos possibilitaram, por ordem cronológica, a integração

(A) do Reino Unido, da Hungria e da Grécia.
(B) da Polónia, da Irlanda e de Portugal.
(C) do Reino Unido, de Portugal e da Hungria.
(D) da Polónia, da Irlanda e da Grécia.

5. Uma das características da forma de integração económica designada por mercado comum é a existência de

(A) uma pauta aduaneira específica de cada Estado-membro, utilizada nas trocas comerciais de
mercadorias com países terceiros.
(B) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de serviços entre Estados-membros.
(C) uma pauta aduaneira comum aos vários Estados-membros, utilizada nas transações comerciais de mercadorias com países terceiros.
(D) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de capitais entre Estados-membros.

Soluções de Questões de Desenvolvimento:

1 – Com a entrada na União Económica e Monetária, Portugal acompanhou a fase mais
avançada do processo de integração europeia. Tal processo teve início com a criação das
Comunidades Europeias e registou um avanço significativo com a institucionalização do
Mercado Único.
Uma das principais motivações para este processo de crescente integração de Portugal
foi a convicção de que ele propiciaria um acentuar da convergência dos rendimentos das
famílias portuguesas com a média europeia.
Anuário Estatístico de Portugal, INE, 2006 (adaptado)

1.1. Indique, por ordem cronológica, as etapas da construção da União Europeia referidas no texto.
R: Comunidades Europeias, Mercado Único e União Económica e Monetária (UEM).

1.2. Explique de que forma a «convergência dos rendimentos das famílias portuguesas com a média
europeia» se reflectirá nas suas estruturas de consumo.
R: Tópicos de resposta: a convergência dos rendimentos das famílias portuguesas com os da média europeia significa que o seu rendimento médio vai aumentar; esse aumento de rendimento vai implicar alterações na estrutura de consumo das famílias; o peso das despesas em alimentação tenderá a diminuir face ao total das despesas, podendo aumentar, em contrapartida, por exemplo, o peso das despesas em lazer e cultura.

2. Leia o texto que se segue.

A criação de uma união aduaneira foi o objetivo central da assinatura do Tratado de Roma,
em 1957. Esta união aduaneira, que deu origem à Comunidade Económica Europeia (CEE),
entrou em vigor a 1 de julho de 1968.
Em 1973, a CEE assinou acordos com os Estados-membros da Associação Europeia de
Comércio Livre (EFTA) no sentido da criação de uma zona de comércio livre para cerca de
380 milhões de consumidores dos países das duas organizações europeias.
Agostinho Branquinho et al., Novo dicionário de termos europeus, 2011 (adaptado)

2.1 – O texto refere duas formas de integração económica: zona de comércio livre e união aduaneira.
Diga em que consiste cada uma dessas formas de integração.
R: Tópicos de resposta: a zona de comércio livre é uma forma de integração em que os Estados-membros
garantem a livre circulação de mercadorias entre si e mantêm a sua pauta exterior
face a países terceiros; a união aduaneira é uma forma de integração em que os Estados-membros
garantem a livre circulação de mercadorias entre si e estabelecem uma pauta
exterior comum face a países terceiros.

3. Leia o texto que se segue.

Este fundo, instituído em 1994, pela União Europeia, apoia financeiramente a realização de
projetos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias em matéria de infraestruturas
de transportes e é um dos instrumentos financeiros da política regional da União Europeia –
juntamente com os fundos estruturais.
Agostinho Branquinho et al., Novo Dicionário de Termos Europeus, Lisboa, Alêtheia Editores, 2011, p. 222 (adaptado)

3.1 – Relacione os objetivos do fundo a que o texto se refere com o princípio da coesão económica e social da
União Europeia.
Comece por identificar esse fundo.
R: Tópicos de resposta: Fundo de Coesão; este fundo destina-se, em particular, a apoiar projetos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias em matéria de infraestruturas de transportes, que reforcem a coesão económica e
social da União Europeia; este fundo, ao apoiar financeiramente projetos dos Estados-membros cujo PNB por habitante (ou, em alternativa, RNB por habitante) seja inferior a 90% do valor médio da União Europeia, pretende promover a aproximação dos níveis de rendimento médio e de qualidade de vida das populações destes países aos níveis médios comunitários, contribuindo para a concretização do princípio da coesão económica e social.

Fonte: IAVE, consultado a 04 de junho de 2018

Economia 11.º Ano – Questões de Exame Nacional: Unidade 12 – União Europeia

Exame Nacional de Economia A
União Europeia

Questões de Escolha Múltipla:

1. Os Tratados de Roma, assinados, em 1957, por seis países europeus, criaram

(A) a EURATOM e a EFTA.
(B) a EURATOM e a CEE.
(C) a CECA e a EFTA.
(D) a CECA e a CEE.

2. No estudo da convergência real entre dois ou mais países membros de um espaço de integração económica, ao longo de uma década, utiliza-se, geralmente, como indicador a

(A) taxa de crescimento anual dos rendimentos primários nominais.
(B) taxa de crescimento anual do salário médio em termos nominais.
(C) taxa de variação anual do PIB por habitante, calculado a preços constantes.
(D) taxa de variação anual do consumo privado, calculado a preços correntes.

3. No processo de aprovação do orçamento comunitário intervém o

(A) Parlamento Europeu.
(B) Banco Europeu de Investimento.
(C) Banco Central Europeu.
(D) Tribunal Europeu de Justiça.

4. No processo de construção da União Europeia, os sucessivos alargamentos possibilitaram, por ordem cronológica, a integração

(A) do Reino Unido, da Hungria e da Grécia.
(B) da Polónia, da Irlanda e de Portugal.
(C) do Reino Unido, de Portugal e da Hungria.
(D) da Polónia, da Irlanda e da Grécia.

5. Uma das características da forma de integração económica designada por mercado comum é a existência de

(A) uma pauta aduaneira específica de cada Estado-membro, utilizada nas trocas comerciais de
mercadorias com países terceiros.
(B) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de serviços entre Estados-membros.
(C) uma pauta aduaneira comum aos vários Estados-membros, utilizada nas transações comerciais de mercadorias com países terceiros.
(D) barreiras aduaneiras que impedem a livre circulação de capitais entre Estados-membros.

Questões de Desenvolvimento:

1 – Com a entrada na União Económica e Monetária, Portugal acompanhou a fase mais
avançada do processo de integração europeia. Tal processo teve início com a criação das
Comunidades Europeias e registou um avanço significativo com a institucionalização do
Mercado Único.
Uma das principais motivações para este processo de crescente integração de Portugal
foi a convicção de que ele propiciaria um acentuar da convergência dos rendimentos das
famílias portuguesas com a média europeia.
Anuário Estatístico de Portugal, INE, 2006 (adaptado)

1.1. Indique, por ordem cronológica, as etapas da construção da União Europeia referidas no texto.
1.2. Explique de que forma a «convergência dos rendimentos das famílias portuguesas com a média
europeia» se reflectirá nas suas estruturas de consumo.

2. Leia o texto que se segue.

A criação de uma união aduaneira foi o objetivo central da assinatura do Tratado de Roma,
em 1957. Esta união aduaneira, que deu origem à Comunidade Económica Europeia (CEE),
entrou em vigor a 1 de julho de 1968.
Em 1973, a CEE assinou acordos com os Estados-membros da Associação Europeia de
Comércio Livre (EFTA) no sentido da criação de uma zona de comércio livre para cerca de
380 milhões de consumidores dos países das duas organizações europeias.
Agostinho Branquinho et al., Novo dicionário de termos europeus, 2011 (adaptado)

2.1 – O texto refere duas formas de integração económica: zona de comércio livre e união aduaneira.
Diga em que consiste cada uma dessas formas de integração.

3. Leia o texto que se segue.

Este fundo, instituído em 1994, pela União Europeia, apoia financeiramente a realização de
projetos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias em matéria de infraestruturas
de transportes e é um dos instrumentos financeiros da política regional da União Europeia –
juntamente com os fundos estruturais.
Agostinho Branquinho et al., Novo Dicionário de Termos Europeus, Lisboa, Alêtheia Editores, 2011, p. 222 (adaptado)

3.1 – Relacione os objetivos do fundo a que o texto se refere com o princípio da coesão económica e social da
União Europeia.
Comece por identificar esse fundo.

Fonte: IAVE, consultado a 23 de junho de 2017

Formação da União Europeia

– O Tratado que institui a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), denominado Tratado de Paris, foi assinado em 18 de abril de 1951 e entrou em vigor em 25 de julho de 1952.
– Os Tratados que instituem a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atómica (CEEA, dita «Euratom»), igualmente denominados Tratados de Roma, foram assinados em 25 de março de 1957 e entraram em vigor em 1 de janeiro de 1958. Ao contrário do Tratado CECA, os Tratados de Roma têm «uma vigência ilimitada» (artigo 240.º do Tratado CEE e artigo 208.º do Tratado CEEA), o que lhes conferiu um caráter quase constitucional.
Os seis países fundadores foram a Alemanha (antiga República Federal Alemã, RFA), a França, a Itália, a Bélgica, os Países Baixos e o Luxembrugo (BENELUX).

Fonte: Parlamento Europeu, consultado a 30 de maio de 2017