Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Vila Real de Santo António (V.R.S.A.), Algarve, Malha Urbana, Plantas Urbanas, Expansão Urbana, Investigação e Desenvolvimento (I&D), Efeitos das Alterações Climáticas

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questões 10-11

10. A cidade de Vila Real de Santo António (V.R.S.A.), ilustrada na Figura 8, localiza-se no Algarve.

10.1. A malha urbana ilustrada na Figura 8 é
(A) irregular, porque as ruas estão dispostas com um traçado labiríntico, terminando em largos e praças.
(B) radioconcêntrica, porque predominam rotundas que redistribuem o trânsito e das quais irradiam ruas com larguras distintas.
(C) ortogonal, porque predomina um traçado em que as ruas são paralelas e perpendiculares entre si.
(D) radial hierarquizada, porque as ruas estão dispostas de forma circular, havendo ruas mais largas do que outras.

10.2. De acordo com a Figura 8, a expansão urbana de V.R.S.A. está condicionada a sul
(A) pela serra do Caldeirão.
(B) por uma zona húmida fluvial.
(C) pelo rio Guadiana.
(D) por uma área protegida.

11. As cidades são um dos maiores desafios do século XXI. Em Portugal, a maioria destes aglomerados terão uma procura crescente, o que poderá levantar problemas a vários níveis: social, ambiental, económico e de governança. É, pois, necessário que as cidades criem a sua identidade e, ao mesmo tempo, se tornem sustentáveis, devendo, para tal, recorrer à Investigação e Desenvolvimento (I&D), de modo a gerir com eficiência recursos como a energia, a água ou mesmo os resíduos que produzem.
Fonte: www.bcsdportugal.org (consultado em outubro 2019). (Texto adaptado)

11.1. Em Portugal, a construção de edifícios em espaço urbano deve contemplar técnicas que atenuem
os efeitos das alterações climáticas, como
(A) a integração de sistemas de tratamento de efluentes domésticos.
(B) a instalação de painéis fotovoltaicos orientados a norte.
(C) a utilização de materiais de construção bons condutores de calor.
(D) a aplicação de vidro simples nas fachadas dos prédios urbanos.

11.2. «Na cidade, a I&D é fundamental para transformar os resíduos em subprodutos que possam ser reutilizados». Nesta afirmação, está diretamente subjacente o conceito de
(A) capacidade de carga humana, em que se verifica uma elevada produção de resíduos por km2.
(B) mitigação carbónica, em que se pretende uma maior utilização de hidrocarbonetos.
(C) economia circular, em que se pretende uma gestão que aposta no aproveitamento de resíduos.
(D) pegada ecológica, em que se verifica uma maior transformação de resíduos per capita.

11.3. A criação de espaços verdes na cidade tem impactes positivos na qualidade de vida dos seus
habitantes.

Refira, justificando, dois desses impactes.

Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Bácias Hidrográficas, Rios, Barragens, Cais Fluvial dos Lentiscais, no Rio Pônsul e Barragem de Cedillo

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 8

8. Na Figura 6, é possível observar o nível da água no cais fluvial dos Lentiscais, no rio Pônsul, em novembro dos anos de 2013 e de 2019. Em novembro de 2019, o nível de armazenamento na barragem de Cedillo (Espanha) diminuiu para 30% da sua capacidade máxima, com impactes económicos e ambientais.

8.1. Refira duas consequências, uma ambiental e outra económica, no troço final do rio Pônsul, decorrentes da situação descrita no texto introdutório e observada na Figura 6.

8.2. Uma das medidas para evitar a situação observada em novembro de 2019 no cais fluvial dos Lentiscais, representado na Figura 6, é
(A) a construção de outra barragem no rio Tejo, a montante da albufeira de Cedillo.
(B) a manutenção do nível do espelho de água da barragem de Cedillo.
(C) a ampliação da capacidade máxima de armazenamento da barragem de Fratel.
(D) a construção de uma nova barragem no rio Ocreza, subafluente do rio Tejo.

Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Energias Renováveis, Energias Não Renováveis, Postos de Carregamento Elétrico Rápido e Mobilidade Elétrica

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 7

7. A promoção da mobilidade sustentável é um dos objetivos para Portugal no horizonte 2030. Neste âmbito, uma das linhas de atuação assenta na promoção e apoio à mobilidade elétrica, através do incentivo à introdução de veículos elétricos e do reforço das infraestruturas de carregamento.
Fonte: Plano Nacional de Energia e Clima. Linhas de atuação para o horizonte 2021-2030. Janeiro de 2018.
in https://www.portugal.gov.pt (consultado em outubro de 2019). (Texto adaptado)

Na Figura 5, estão representados alguns postos de carregamento elétrico rápido existentes em Portugal
continental, em 2018.

7.1. De acordo com a Figura 5, em Portugal continental, em 2018, a maioria dos postos de carregamento elétrico rápido localiza-se
(A) na faixa litoral, entre Setúbal e Viana do Castelo, servida pela rede de itinerários principais.
(B) nas regiões fronteiriças, a norte de Portalegre, dotadas de boa acessibilidade a Espanha.
(C) na Área Metropolitana do Porto, servida por uma rede intermunicipal de estradas muito densa.
(D) nas sedes de distrito do território continental, conectadas pela rede rodoviária complementar.

7.2. A aposta de Portugal na mobilidade elétrica, para o horizonte 2030, visa, principalmente,
(A) melhorar o funcionamento da rede de transportes públicos.
(B) diminuir o tráfego nas áreas urbanas.
(C) reduzir a sinistralidade rodoviária nos itinerários principais.
(D) aumentar a descarbonização nas cidades.

7.3. A deslocação diária de pessoas nas áreas metropolitanas exige uma gestão concertada por parte de todos os intervenientes.
Duas das propostas, com vista a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, são:
A – a expansão da rede de metropolitano;
B – a promoção da multimodalidade nos transportes.

Selecione uma das propostas, A ou B. De acordo com a proposta selecionada, apresente duas vantagens, explicando de que modo se refletem na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Agricultura – Bio-Regiões – PAC 2014-2020

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 6

6. As bio-regiões estão inseridas numa área geográfica onde os agricultores, os operadores turísticos, as associações, o poder local e restantes cidadãos assinaram um acordo para a gestão sustentável dos recursos locais, partindo de um modelo biológico e agroecológico.
Fonte: S. Basílio, Bio-Região: novo modelo de desenvolvimento rural, INNER,
in www.rederural.gov.pt (consultado em novembro de 2019). (Adaptado)

Considere a Figura 4, que se refere a algumas iniciativas desenvolvidas no âmbito das bio-regiões.

6.1. De acordo com a Figura 4, o desenvolvimento de projetos como o das bio-regiões é importante para os territórios envolvidos, porque contribui para
(A) valorizar a cooperação intermunicipal.
(B) aumentar a importação de produtos tradicionais.
(C) incrementar o autoaprovisionamento dos territórios.
(D) preservar os recursos exógenos.

6.2. Os territórios que fazem parte da Rede das Bio-Regiões, referidos na Figura 4, visam promover o desenvolvimento sustentável.
Considere as seguintes iniciativas.
I. Criação de infraestruturas de saneamento básico.
II. Requalificação do património histórico-cultural.
III. Organização de eventos desportivos.
IV. Prática de agricultura biológica.
V. Implementação do turismo religioso.

Identifique as duas iniciativas que estão associadas às bio-regiões, de acordo com a Figura 4.

6.3. Apresente, justificando, duas razões que mostrem a importância da realização de feiras raianas para a valorização dos produtos locais.

6.4. A PAC 2014-2020 tem incentivado medidas de proteção ambiental, por exemplo, através
(A) do recurso ao sistema agrícola monocultural.
(B) da ocupação do solo com hortas familiares.
(C) do uso regular de produtos de síntese.
(D) da manutenção do solo com prados permanentes.

6.5. A competitividade de alguns sectores da agricultura portuguesa, como o das frutas, legumes e flores, pode ser conseguida, por exemplo, através
(A) do recurso à hidroponia, como estratégia de adequação das sementes às características específicas do solo.
(B) da adoção de uma gestão racional e criteriosa do solo arável, de modo que as técnicas tradicionais sejam valorizadas.
(C) do apoio científico, que permite a seleção de espécies mais adaptadas às condições edafoclimáticas das regiões.
(D) da reestruturação fundiária, como o parcelamento das explorações, facilitadora da colocação de produtos no mercado.

Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Energias Renováveis, Energias Não Renováveis, Energia Elétrica e Termalismo

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questões 3-4

3. Na Figura 2, está representada a produção mensal de energia elétrica a partir de fontes de energia renovável e não renovável, com reflexo nas emissões de CO2, na Região Autónoma da Madeira (RAM), em 2018.

3.1. Identifique, com base na análise da Figura 2, dois meses em que a produção de energia elétrica com origem em fontes de energia não renovável foi superior a 60 GWh.

3.2. Considere as seguintes afirmações.

I. O ritmo de variação das emissões mensais de CO2 acompanha o ritmo de variação mensal da produção de energia elétrica com origem em fontes de energia não renovável.
II. Os meses de outubro, novembro e dezembro de 2018 constituem o período do ano em que a produção de energia elétrica é mais elevada e as emissões de CO2 registam uma descida
constante.
III. Os valores mais baixos de emissões de CO2 correspondem aos valores mais baixos de produção de energia elétrica com origem em fontes de energia renovável, ao longo do ano de 2018.
IV. Nos meses de verão, a maior produção de energia com origem em fontes de energia não renovável reflete‑se no aumento das emissões de CO2.
V. No mês de dezembro de 2018, verificou-se a maior produção de energia elétrica e as maiores emissões de CO2.

Identifique, com base na análise da Figura 2, as duas afirmações verdadeiras que comprovam que
as emissões de CO2 estão relacionadas com a fonte de energia utilizada.

4. O termalismo é uma atividade económica importante, que contribui para o desenvolvimento das regiões do interior de Portugal continental.

Refira duas atividades do sector terciário associadas à exploração das termas, explicando como contribuem para o desenvolvimento das regiões.

Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – União Europeia, Taxa de Crescimento Efetivo e Fecundidade

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questões 1-2

1. Na União Europeia (UE), o ritmo de crescimento da população, nos últimos anos, constitui uma ameaça à
coesão e à competitividade das diferentes regiões europeias.
A Figura 1 representa a taxa de crescimento efetivo (‰), por NUTS III, nos Estados-membros da UE, em
2017.

1.1. De acordo com a Figura 1, dois dos Estados-membros da UE em que a maioria das suas NUTS III apresentam uma taxa de crescimento efetivo superior à média da UE são
(A) a Polónia e o Reino Unido.
(B) a Finlândia e a República Checa.
(C) a Irlanda e a Suécia.
(D) a Dinamarca e Portugal.

1.2. O valor da taxa de crescimento efetivo registado nas NUTS III da Península Ibérica, em 2017, observável na Figura 1, permite-nos afirmar que,
(A) na maioria das unidades territoriais de Portugal continental, a taxa de mortalidade foi superior à taxa de natalidade.
(B) nas unidades territoriais do litoral do sudeste de Espanha, o somatório da taxa de crescimento natural e da taxa de crescimento migratório foi positivo.
(C) nas unidades territoriais do litoral de Portugal continental, a taxa de crescimento natural e a taxa de crescimento migratório foram ambas negativas.
(D) na maioria das unidades territoriais do sudeste de Espanha, a taxa de natalidade foi superior à taxa de mortalidade.

1.3. A taxa de crescimento efetivo superior a 6‰ nas NUTS III dos Estados-membros da UE, observada na Figura 1, tem impactes noutros indicadores demográficos, porque ocorre um
(A) decréscimo da esperança de vida aos 65 anos, se aumentar a população idosa.
(B) aumento do índice de dependência de jovens, se o efetivo de população adulta se mantiver.
(C) decréscimo do índice sintético de fecundidade, se a população for predominantemente feminina.
(D) aumento do rejuvenescimento, se a população jovem for predominantemente emigrante.

2. A redução da fecundidade em Portugal constitui um problema sociodemográfico, na medida em que compromete, a médio e a longo prazo, o desenvolvimento do país.
Duas estratégias que podem ser implementadas de modo a aumentar a fecundidade em Portugal são:
A – criar incentivos para a redução da idade média da mulher ao nascimento do primeiro filho;
B – atribuir apoios às famílias com dois ou mais filhos.

Selecione uma das estratégias, A ou B. De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas medidas, explicando de que modo contribuem para aumentar a fecundidade em Portugal.

Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Geografia: Observatório das Migrações

Indicadores de Integração de Imigrantes
RELATÓRIO ESTATÍSTICO ANUAL 2020
Exemplos de dados estátiscos que podem ser encontrados no relatório estatístico de 2020.

Mapa-1.1.-Populacao imigrante em percentagem da populacao total em 2019.
Quadro 1.1. Importância relativa da população estrangeira por total de residentes, a 1 de janeiro de 2019

Gráfico 1.7. Movimentos de entrada (imigração) e saída (emigração) permanente de Portugal,

Gráfico 1.8. Saldos migratórios nos países da União Europeia (UE28), em 2011, 2017, 2018 e 2019

Exemplos: Relatório
Fonte: Observatório das Migrações, consultado a 9 de setembro de 2021.

Notícias: Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU

Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU

A subida do nível do mar, as inundações e a intensificação das ondas de calor estão a ameaçar as cidades costeiras de todo mundo, segundo o relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima.
De Bombaim a Miami, Daca ou Veneza, estas cidades e os seus milhões de habitantes que vivem na foz dos estuários ou nas linhas sinuosas da costa estão “na linha da frente” da crise climática que corre o risco de redesenhar os mapas dos continentes, aponta o relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima (IPCC, na sigla em inglês), citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
“O nível do mar continua a subir, as inundações e as ondas de calor são cada vez mais frequentes e intensas e o aquecimento aumenta a acidez do oceano”, referem os cientistas neste relatório de 4.000 páginas sobre os impactos das mudanças climáticas.
De acordo com os peritos climáticos, é preciso “fazer escolhas difíceis”.

Notícia completa: Aqui
Fonte: Euronews, consultado a 9 de setembro de 2021.

Notícias: Fazer dos oceanos uma arma contra as alterações climáticas

CRISE CLIMÁTICA AGORA
Fazer dos oceanos uma arma contra as alterações climáticas

A utilização de energias renováveis, a redução da pegada de carbono nos transportes e as mudanças na alimentação poderiam fazer com que se conseguisse reduzir até quatro mil milhões de toneladas de dióxido de carbono até 2030. Este estudo reconhece o perigo que os oceanos enfrentam, mas garante que existem soluções que podem tirar partido das suas vantagens.

Os oceanos estão mais quentes, mais ácidos, com menos oxigénio e com menos biodiversidade – são uma clara vítima das alterações climáticas, mas podem também ser “uma poderosa fonte de soluções”, refere um estudo divulgado esta quarta-feira na revista Science. Depois da apresentação do relatório do IPCC que traça um futuro negro para os oceanos, para a vida nele existente e para quem dele depende, este estudo traz alguma “esperança”. Há cinco áreas em destaque: a energia renovável, o transporte de mercadorias, a protecção e restauração dos ecossistemas marinhos e costeiros; as pescas, aquacultura e mudanças no regime alimentar e ainda o armazenamento de carbono no leito marinho. Quando se deve começar? O mais rapidamente possível.

(…)

Mais algas, menos metano. Mais peixe, menos carne

Uma das conclusões mais interessantes está relacionada com as algas: “Os produtos feitos a partir de algas marinhas podem substituir produtos com uma pegada mais elevada de CO2, evitando-se emissões em campos como o da alimentação, das pastagens, dos fertilizantes, medicamentos, biocombustíveis e bioplásticos”, refere o estudo. Quando aplicadas nos regimes alimentares de animais ruminantes (sobretudo ovelhas e bovinos), estas algas marinhas podem ser importantes para reduzir as emissões de metano. “As experiências in vitro mostram que a alga Asparagopsis taxiformis consegue reduzir as emissões de metano em ruminantes até 99% quando fazem apenas parte de 2% da sua alimentação”. Noutras espécies, a redução das emissões de metano após o consumo desta alga varia entre os 33% e os 50%.

O estudo da Science dá conta de que a proteína consumida por humanos vinda do mar tem “uma pegada de carbono substancialmente mais pequena do que a proteína proveniente de animais em contexto terrestre, sobretudo ruminantes”. Uma das formas propostas de se reduzirem as emissões é tornando a pesca mais sustentável e alterando-se os regimes alimentares, optando-se por comer mais peixe e marisco, por exemplo.

Notícia completa: Aqui
Fonte: Público, consultado a 9 de setembro de 2021.

Notícias: Algas marinhas podem reduzir até 82% as emissões de metano do gado bovino

Algas marinhas podem reduzir até 82% as emissões de metano do gado bovino

Experiência em 21 vacas alimentadas durante cinco meses com a alga Asparagopsis taxiformis.

A adição de algas marinhas à alimentação do gado pode reduzir as suas emissões de gás metano até 82%, de acordo com um estudo de investigadores da Universidade da Califórnia e Davis publicado na revista científica Plos ONE.
O estudo, que foi conduzido pelo professor do Departamento de Zootecnia e director do World Food Center daquela universidade norte-americana, Ermias Kebreab, em colaboração com a investigadora Breanna Roque, pode abrir caminho para a sustentabilidade da produção pecuária em todo o mundo.
“Agora temos provas sólidas de que as algas marinhas na dieta do gado são eficazes na redução dos gases com efeito de estufa e que a sua eficácia não diminui com o tempo”, frisou Ermias Kebreab sobre a investigação publicada na revista online.

(…)

Notícia completa: Aqui
Fonte: Público, consultado a 9 de setembro de 2021.