Notícias – Covid-19: Níveis de poluição caíram a pique, em Lisboa redução chegou aos 80%

A redução da atividade económica e da mobilidade das pessoas por causa da pandemia da covid-19 reduziu de forma drástica as emissões de dióxido de azoto, que em Lisboa chegaram aos 80%
Aredução da atividade económica e da mobilidade das pessoas por causa da pandemia da covid-19 reduziu de forma drástica as emissões de dióxido de azoto, que em Lisboa chegaram aos 80% e nalguns locais do Porto aos 60%.

Segundo uma nota do Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, as imagens obtidas pelos peritos do Laboratório de Observação da Terra do Centro Internacional de Investigação do Atlântico (Air Centre) entre os dias 10 e 28 de março revelam uma redução drástica nos níveis de NO2 (dióxido de azoto), um gás que resulta da queima de combustíveis fósseis, nomeadamente dos motores dos carros e da indústria.

Em comunicado, o MCTES diz que, no caso de Lisboa, a redução é mais significativa, chegando aos 80% em alguns locais da capital. No Porto, a queda atinge os 60% em alguns pontos da cidade.

“A inalação por dióxido de azoto está relacionada com o aumento da probabilidade de problemas respiratórios, uma vez que em altas doses poderia inflamar o revestimento dos pulmões e reduzir a imunidade a infeções pulmonares, causando problemas como tosse, constipações e bronquite”, recorda.

Notícia completa: Covid-19: Níveis de poluição caíram a pique, em Lisboa redução chegou aos 80%

Fonte: Visão, consultado a 6 de abril de 2020.

Geografia – Exercícios de Preparação para o Exame Nacional: Precipitação

Grupo I
Os mapas representam a altitude e a distribuição da precipitação em Portugal continental.

1. O fator climático mais influente na distribuição da precipitação, subjacente na imagem anterior, é a
(A) latitude.
(B) altitude.
(C) disposição do relevo.
(D) proximidade/afastamento do oceano.

2. A natureza do relevo observado é
(A) convectivo.
(B) discordante.
(C) orográfico.
(D) concordante.

3. Uma das serras que atravessa o território continental, segundo o corte AB é a
(A) Serra da Estrela.
(B) Serra do Gerês.
(C) Serra do Marão.
(D) Serra do Montesinho.

4. Os baixos valores de precipitação verificados em Trás-os-Montes são condicionados
(A) apenas pela barreira de condensação.
(B) pela influência da latitude, devido à perturbação da frente polar que afeta o interior.
(C) pela barreira de condensação e pela influência dos ventos secos de leste.
(D) pela influência da altitude e devido à influência das altas pressões subtropicais.

[…]

Aqui estão quatro questões de preparação para o exame, no Scribd podem consultar e guardar a ficha completa com todas as questões (catorze no total) e as respectivas soluções.

Notícias: Ecocídio, o novo crime da Era Global

O que é o Ecocídio?

– Destruição metódica de um ecossistema ou de uma comunidade vegetal ou animal. (Fonte: Priberam)

– Consiste na extensa danificação, destruição ou perda de ecossistemas de um determinado território, devido à ação humana ou a outras causas, a tal ponto que o usufruto desse território por parte dos habitantes locais tenha sido ou venha a ser severamente diminuído.” (Fonte: Visão)

– 10 exemplos de Ecocídio:

AREIAS BETUMINOSAS DE ALBERTA, CANADÁ: a 3.ª maior reserva de areias betuminosas do mundo produz 1,9 milhões de barris de petróleo/dia. É o maior projeto de produção de energia na Terra e o mais destrutivo. A expandir-se ao ritmo atual destruirá uma área de floresta boreal e de turfeiras equivalente ao tamanho de Inglaterra.

FRATURAÇÃO HIDRÁULICA: processo usado na extração de gás de xisto, em voga nos Estados Unidos da América. É uma mistura de água, areias e dezenas de produtos químicos, alguns cancerígenos, inserida nos furos que rebentam a rocha, de modo a libertar o gás e a enviá-lo para a superfície. Contamina poços de água e lençóis freáticos.

MORTE DE ABELHAS: a aplicação de um tipo de pesticidas, os neonicotinóides, produzidos pelas multinacionais Bayer e Syngenta, está a levar à morte de milhões de abelhas, todos os anos. Síndroma do Colapso das Colónias é o nome da doença que leva estes insetos a abandonarem as colmeias, as larvas e a comida.

FUKUSHIMA: a 11 de Março de 2011, um terramoto seguido de tsunami causou graves danos na Central Nuclear de Fukushima I, levando a várias explosões e à dispersão de poeiras radioativas. Mais de 160 mil pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas. Irregularidades nos procedimentos de segurança seriam reveladas nas investigações.

ALUMÍNIO NA HUNGRIA: um reservatório de resíduos industriais da fábrica de alumínio de Ajka, na Hungria, rebentou, em outubro de 2010. Uma torrente vermelha de um milhão de metros cúbicos de lama tóxica atingiu sete cidades. Dez pessoas morreram, mais de 150 ficaram feridas.

DESFLORESTAÇÃO NA AMAZÓNIA: é o mais importante e complexo ecossistema do Planeta, mas sua destruição não tem parado. A indústria madeireira, os projetos mineiros e agropecuários são os grandes responsáveis pela desflorestação da selva que, de agosto de 2012 a abril de 2013, totalizou mais 1.570 quilómetros quadrados, segundo as autoridades brasileiras.

DEEPWATER HORIZON – A plataforma petrolífera explorada pela BP, ao largo do Golfo do México, dedicava-se à perfuração em águas profundas. A estrutura explodiu a 20 de abril de 2010, afundando-se dois dias depois. Morreram onze trabalhadores e foram derramados, no mar, mais de quatro milhões de barris de crude.

ILHA DE LIXO DO PACÍFICO: estima-se que tenha o tamanho do estado do Texas, nos Estados unidos da América. Tem cerca de 100 milhões de toneladas de resíduos, na sua maioria plásticos, originários de descargas de navios, de plataformas petrolíferas e do lixo que todos os dias produzimos e acaba nos oceanos.

LAGO DE CHADE: 30 milhões de habitantes dos Camarões, Chade, Níger e Nigéria são afetados pela redução, em 90% da sua área, desde 1960, provocada pela sobre-exploração. Já foi o 4.º maior lago de água doce em África, com 26 mil km2, mas tinha pouco mais de 1500 km2, em 2001. As Nações Unidas estimavam, em 2009, que o lago poderia desaparecer até 2030.

BARRAGEM DAS TRÊS GARGANTAS: o maior projeto hidroelétrico do mundo, no rio Yangtzé, China, têm tido consequências devastadoras para pessoas e ecossistemas naturais. Perto de 1,5 milhões de habitantes foram deslocadas e tiveram que abandonar as suas casas. A área alagada é de 1 045 quilómetros quadrados.(

Notícia completa: Visão: Sabe o que é um ecocídio?

AMAZÓNIA 2019

A Amazónia é fulcral para a ordem ambiental mundial. Este vastíssimo ecossistema, que representa 10% da biomassa do planeta, influencia o equilíbrio de todo o globo e ajuda a estabilizar o clima mundial. A humidade que dali provém e os rios da região alimentam regiões que geram 70% do PIB da América do Sul.

O rio Amazonas é responsável por quase um quinto das águas doces levadas aos oceanos. É por isso que o que se passa ali diz respeito a todos. Ao contrário do que defende Jair Bolsonaro, o mesmo que diz que a região “é uma virgem que todo o tarado quer”, a Amazónia pertence ao mundo, não apenas ao Brasil nem aos outros países por onde ela se estende: Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana,
Suriname e Guiana Francesa. E, desde o princípio do ano, mais de 4 700 km2 da floresta foram destruídos. Só em julho, mineradores e agricultores, operando de forma ilegal e impune, com cobertura do Governo, destruíram o equivalente a três campos de futebol por minuto. Imagens de satélite também mostram um avanço de garimpos ilegais, principalmente em territórios indígenas, não visto desde os anos de 1980. O ponto de não retorno, entre os 20% e os 25% de desflorestação, acima do qual a floresta já não consegue regenerar-se, pode estar assustadoramente perto. Ecocídio? Restam poucas dúvidas.

Notícia completa: Visão: Ecocídio, o novo crime da Era Global

Nota: Todas as fontes foram consultadas a 6 de setembro de 2019.

Geografia 7.º Ano – Clima de Região Autónoma dos Açores: Clima temperado marítimo

Açores – Clima temperado marítimo:

• Temperaturas médias anuais amenas;
• Amplitude térmica anual relativamente fraca;
• Verões amenos e Invernos suaves;
• Precipitações abundantes.


Figura 1 – Clima temperado marítimo – Região Autónoma dos Açores
Fonte: Porto Editora

Geografia 7.º Ano – Clima de Região Autónoma da Madeira: Clima temperado mediterrâneo

Madeira – Clima temperado mediterrâneo:

• Temperaturas médias anuais amenas;
• Amplitude térmica anual fraca;
• Verões quentes, longos e secos;
• Invernos curtos e suaves;
• Precipitações escassas e irregulares.


Figura 1 – Clima temperado mediterrâneo – Região Autónoma da Madeira
Fonte: Porto Editora

Geografia 7.º Ano – Clima de Portugal: Clima temperado mediterrâneo

Clima temperado mediterrâneo:

• Temperaturas médias elevadas no verão e suaves no inverno;
• Amplitude térmica anual moderada;
• Verões muito quentes, longos e secos;
• Invernos curtos e suaves;
• Precipitações escassas e irregulares.


Figura 1 – Clima temperado mediterrâneo – Portugal Continental
Fonte: Porto Editora

Geografia 7.º Ano – Clima de Portugal: Clima temperado mediterrâneo de influência continental

Clima temperado mediterrâneo de influência continental:

• Temperaturas médias elevadas no verão e baixas no inverno;
• Amplitude térmica anual acentuada;
• Verões muito quentes;
• Invernos frios e longos;
• Precipitações menos abundantes que na faixa litoral.


Figura 1: Clima temperado mediterrâneo de influência continental – Portugal Continental
Fonte: Porto Editora

Geografia 7.º Ano – Clima de Portugal: Clima temperado mediterrâneo de influência de altitude

Clima temperado mediterrâneo de influência de altitude:

• Verões muito frescos;
• Invernos rigorosos;
• Amplitude térmica anual moderada;
• Precipitações abundantes (em forma de neve durante vários meses).

clima portugal continental relevo altitude mediterraneo
Figura 1: Clima temperado mediterrâneo de influência de altitude – Portugal Continental
Fonte: Porto Editora

Geografia 7.º Ano – Clima de Portugal: Clima temperado mediterrâneo de influência marítima

Clima temperado mediterrâneo de influência marítima
• Temperaturas médias amenas;
• Amplitude térmica anual baixa;
• Verões relativamente frescos;
• Invernos pouco rigorosos;
• Precipitações abundantes, em especial no outono e inverno.


Figura 1 – Clima temperado mediterrâneo de influência marítima – Portugal Continental
Fonte: Porto Editora

Geografia 7.º Ano – Clima de Portugal

Apesar da sua reduzida dimensão, Portugal apresenta diferenças climáticas ao longo do seu território:

– Portugal continental:
• Clima temperado mediterrâneo de influência marítima;
• Clima temperado mediterrâneo de influência continental;
• Clima temperado mediterrâneo de influência de altitude;
• Clima temperado mediterrâneo.

– Região Autónoma da Madeira• Clima temperado mediterrâneo.

– Região Autónoma dos Açores • Clima temperado marítimo.