Exame Nacional de Geografia 2021 – 1.ª Fase – Áreas de Reabilitação Urbana (ARU), Requalificação, Renovação, Reabilitação, Malha Urbana, Plantas Urbanas

Exame Nacional de Geografia 2021 – 1.ª Fase – Versão 1
Questão 5

5. O município da Guarda estabeleceu as Áreas de Reabilitação Urbana (ARU), com uma área total de 252,36 ha. A intervenção urbana abrange a requalificação de arruamentos, iluminação pública, infraestruturas subterrâneas, habitação, zonas verdes e edifícios públicos.
Na Figura 4, está representada a proposta de delimitação da ARU, na cidade da Guarda e área envolvente, no período de 2015-2025.

5.1. O Hospital Sousa Martins localiza-se, de acordo com a Figura 4,
(A) no limite da ARU, na proximidade de bons acessos rodoviários.
(B) no limite do centro histórico, com elevada densidade de construção.
(C) na cintura externa à ARU, com vastos espaços verdes.
(D) na cintura interna da ARU, na proximidade de edifícios históricos.

5.2. De acordo com a Figura 4, a morfologia urbana representada na área assinalada pela letra A apresenta características de
(A) apenas um tipo de malha urbana: ortogonal.
(B) dois tipos de malha urbana: irregular e ortogonal.
(C) apenas um tipo de malha urbana: semirradioconcêntrica.
(D) dois tipos de malha urbana: irregular e semirradioconcêntrica.

5.3. As intervenções urbanas definidas na ARU visam, entre outros objetivos,
(A) qualificar o espaço público, aumentando a área de estacionamento.
(B) criar novos acessos rodoviários, fomentando os movimentos pendulares.
(C) valorizar o património histórico, atraindo o turismo de massas.
(D) melhorar as condições de habitabilidade, fixando a população residente.

Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 15 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Deslocalização, Renovação, Reabilitação, Requalificação, Ciclovias e Áreas Verdes

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Versão 1
Questão 3

3. A presença de ruínas e terrenos vacantes (vazios) em Lisboa Oriental deve‑se, principalmente, à história da ocupação desta área da cidade. Toda a ocupação urbana da faixa ribeirinha até Braço de Prata foi propulsionada pelo surto industrial do século XIX. É dessa fase uma geração mais antiga de fábricas de que resistem ainda vestígios vários de arqueologia industrial na paisagem, em associação com restos de diversas tipologias de habitação operária.

Fonte: E. Brito-Henriques et al., Os espaços abandonados na cidade: alternativas aos modelos convencionais de recuperação da
paisagem urbana, Lisboa, IGOT, UL, 2017, pp. 10-11, in repositorio.ul.pt (consultado em novembro de 2019). (Texto adaptado)

3.1. As Figuras 2A, 2B e 2C apresentam escalas diferentes.
Selecione a opção que ordena as figuras da maior para a menor escala.
(A) 2B; 2A; 2C.
(B) 2A; 2B; 2C.
(C) 2A; 2C; 2B.
(D) 2B; 2C; 2A.

3.2. No contexto da mobilidade urbana, a construção de vias cicláveis, como a ilustrada na Figura 2D, tem constituído uma aposta do município de Lisboa.
Esta medida permite atenuar problemas urbanos como
(A) o tráfego interurbano nas horas de ponta.
(B) a intensidade de trânsito nas vias rápidas.
(C) a dificuldade de circulação de veículos pesados.
(D) o congestionamento do trânsito citadino.

3.3. A existência de espaços verdes, como os ilustrados nas Figuras 2C e 2D, é importante, porque
(A) aumenta a compactação daquela área urbana.
(B) preserva a capacidade de infiltração da água no solo.
(C) diminui a concentração de azoto na troposfera.
(D) reduz o grau de humanização das áreas urbanas.

3.4. A Tabaqueira, que inicialmente se localizava no edifício da Figura 2A, deslocou-se para fora dmunicípio de Lisboa.

Esta deslocalização pode ser explicada, principalmente,
(A) pela falta de espaço para expansão da unidade funcional.
(B) pela distância aos principais mercados consumidores.
(C) pelo afastamento das fontes de matéria-prima.
(D) pelo baixo grau de qualificação da mão de obra.

3.5. O antigo edifício da Tabaqueira, observado na Figura 2A, carece de requalificação, o que pode contribuir para dinamizar a área da cidade onde o imóvel se integra.

Duas medidas possíveis de operacionalizar a requalificação são:
A – a criação de um centro sociocultural;
B – a criação de um centro de negócios.

Selecione uma das medidas, A ou B. De acordo com a medida selecionada, apresente duas razões,
explicando de que modo justificam a escolha dessa medida.

Correcção: AQUI
Fonte: IAVE, consultado a 8 de setembro de 2021

Geografia – Exercício de preparação para o Exame Nacional (Aprendizagens Essenciais) – As áreas urbanas: dinâmicas internas

Sugestão de preparação para o Exame Nacional de Geografia.

Ler e definir os seguintes conceitos do Tema 3 – Os espaços organizados pela população; Subtema: As áreas urbanas: dinâmicas internas.
Conceitos: acessibilidade, área funcional, área metropolitana, CBD/Baixa ou centro da cidade, centro urbano/cidade,
diferenciação funcional, diferenciação social, espaço urbano, expansão urbana, fator de localização industrial, função
rara/vulgar, função urbana, gentrificação ou nobilitação urbana, malha urbana, movimento pendular, POLIS, planos
municipais de ordenamento do território (Plano Diretor Municipal, Plano de Urbanização, Plano de Pormenor),
periurbanização, população urbana, reabilitação urbana, requalificação urbana, renda locativa, renovação urbana,
rurbanização, suburbanização, taxa de urbanização, pressão urbanística.

1. Lê e comenta a seguinte afirmação.

Portugal é dos países da UE que vão perder mais população até 2050.

Em Portugal, apenas o Algarve e a Área Metropolitana de Lisboa deverão assistir a um crescimento populacional. Dois terços da regiões da UE vão assistir a uma redução populacional em 2050 face a 2019.

(…) Segundo o gabinete estatístico europeu (Eurostat), “outros países com uma grande maioria de regiões com uma redução populacional projetada são a República Checa, Grécia, Croácia, Hungria, Polónia, Portugal e Finlândia”. Em Portugal, somente o Algarve e a Área Metropolitana de Lisboa deverão assistir a um crescimento populacional.

(…) Em todas as regiões portuguesas, a idade média vai aumentar nos próximos anos, sendo os casos mais graves os das regiões de Beiras e Serra da Estrela (média de 56,5 anos) e Douro (55,7). Apenas o Algarve e a Área Metropolitana de Lisboa terão idades médias inferiores a 50 anos, apesar do aumento também verificado.

Fonte: Adaptado Eco Online, consultado a 2 de maio de 2021.