Exame Nacional Geografia 2018 – 1.ª Fase: A população, como se movimenta e comunica.

2. Na Figura 2, observa-se parte do Parque das Nações, onde se localiza a Gare do Oriente, construída na área oriental da cidade de Lisboa, na margem norte do rio Tejo, aquando da Exposição Mundial de Lisboa (Expo’98 Lisboa). Esta infraestrutura é constituída por uma estação ferroviária, por uma central rodoviária, por praças de táxis, por parques de estacionamento e por uma estação de metropolitano.

2.1. As afirmações seguintes são verdadeiras.

I. O pavilhão Altice Arena está localizado a este da estação ferroviária.
II. A ponte Vasco da Gama tem, aproximadamente, 17 km.
III. A central rodoviária estabelece a ligação entre os transportes urbanos e os suburbanos.
IV. A Gare do Oriente apresenta elevada centralidade, o que contribui para a fixação de empresas no Parque das Nações.
V. O Parque das Nações é um espaço multifuncional, cuja génese está associada à Expo’98 Lisboa.

Identifique as duas afirmações cujo conteúdo pode ser comprovado através da leitura do texto introdutório ou da análise da Figura 2.

2.2. A Gare do Oriente, observada na Figura 2, é considerada um interface, porque constitui

(A) uma plataforma logística, onde existe um terminal de passageiros com ligação direta ao aeroporto de Lisboa.
(B) um nó, onde se muda do modo de transporte ferroviário para o modo de transporte fluvial.
(C) um nó, onde se estabelecem conexões entre os modos de transporte rodoviário e ferroviário.
(D) uma plataforma logística, onde ocorre transbordo de mercadorias entre os vários modos de transporte.
2.3. A ponte Vasco da Gama, observada na Figura 2, é um eixo rodoviário que veio contribuir para

(A) acentuar as assimetrias regionais entre os concelhos ribeirinhos a norte e a sul do rio Tejo.
(B) intensificar a frequência dos movimentos pendulares entre as duas margens do rio Tejo.
(C) diminuir a renda locativa nos concelhos ribeirinhos a sul do rio Tejo.
(D) reduzir a área da zona húmida da Reserva Natural do Estuário do Tejo.

3. A maioria dos turistas oriundos da União Europeia que viajam para Lisboa utiliza o transporte aéreo, em detrimento do transporte ferroviário,

(A) pelo elevado número de ligações diretas com Lisboa no espaço europeu, que reduzem a distância tempo nas viagens.
(B) por Portugal pertencer ao Espaço Schengen, o que dispensa a utilização de documentos de identificação individual.
(C) pelo elevado número de placas giratórias no espaço europeu, que aumentam a flexibilidade nos itinerários intercontinentais.
(D) por Portugal pertencer à Zona Euro, o que isenta os turistas do pagamento de taxas nos locais de embarque e desembarque.

No Scribd podem consultar e guardar a ficha e as respectivas soluções.

Geografia – Exercícios de Preparação para o Exame Nacional: A população, como se movimenta e comunica

Grupo I

Leia atentamente o texto que se segue.

1. A Europa apresenta um Índice de Desenvolvimento das TIC (IDI)

(A) insuficiente.
(B) ainda fraco, mas com taxas de crescimento muito rápidas.
(C) razoável.
(D) elevado, com vários países a ocuparem lugares cimeiros no ranking mundial.

2. A Agenda Digital para a Europa constitui uma das sete iniciativas emblemáticas ao abrigo da

(A) Estratégia Europa 2020.
(B) Estratégia de Lisboa.
(C) Rede Ciência, Tecnologia e Sociedade (RCTS).
(D) STAR – Ação Especial no Campo das Tecnologias para o Desenvolvimento Regional.

3. Podemos considerar que o decisivo marco que o Governo português fez na dinamização de uma sociedade da informação e do conhecimento

(A) foi o arranque para o QCA I.
(B) foi o arranque para o QCA II.
(C) foi o arranque para o QCA III.
(D) foi o arranque do QREN (Quadro Comunitário de Apoio 2007-2013).

[…]

Aqui estão apenas as três primeiras questões de preparação para o exame, no Scribd podem consultar e guardar a ficha completa com todas as questões (oito no total) e as respectivas soluções.

Geografia 11.º Ano – Transportes: Aeroporto do Montijo.

7 grandes números do novo aeroporto no Montijo
Com a “luz verde” da Agência Portuguesa do Ambiente, o novo aeroporto do Montijo tem tudo pronto para avançar. Conheça sete grandes números deste projeto.

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) disse “OK” à reconversão da Base Aérea n.º 6 num novo aeroporto comercial no Montijo, que deverá complementar a capacidade do atual Aeroporto Humberto Delgado. Era o último passo visto como crucial para a obra arrancar. Conheça sete grandes números do projeto.

2022
Estima-se que o novo aeroporto do Montijo comece a operar em 2022, segundo o acordo fechado entre o Governo e a ANA – Aeroportos de Portugal, que é controlada pelos franceses da Vinci. A intenção passa pela reconversão da atual base aérea num aeroporto comercial, para complementar o aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

1,3 mil milhões de euros
É o montante total que a ANA se comprometeu a investir até 2028 no novo aeroporto do Montijo. O valor inclui não só a reconversão da base onde atualmente está instalada a Força Aérea como também a expansão do atual aeroporto de Lisboa.

Notícia completa: 7 grandes números do novo aeroporto no Montijo
Fonte: Eco, consultado a 23 de fevereiro de 2020.

Geografia 11.º Ano – Rede Rodoviária Nacional

– A população, como se movimenta e comunica
• Rede Rodoviária Nacional

– Rede Rodoviária Nacional

Plano Rodoviário Nacional
“Um dos fatores estruturais mais importantes para uma harmoniosa política de ordenamento do território é, sem dúvida, o modo como se encontra organizada a Rede Nacional de Estradas, o que se traduz na existência de um PLANO RODOVIÁRIO NACIONAL, que constitui o instrumento regulador das infra-estruturas rodoviárias nacionais, optimizando as condições da ocupação do solo e do ordenamento do território, tendo sempre subjacente a minimização dos impactes ambientais, o interesse público e o das populações em particular.”

Rede Fundamental, é constituída pelos Itinerários Principais (IP), onde se incluem as Autoestradas que asseguram a ligação entre os principais centros urbanos com influência supradistrital e com os principais portos, aeroportos e fronteiras. Esta rede está integrada na Rede Internacional, permitindo uma ligação mais rápida ao centro da Europa.

Rede Complementar, é constituída pelas estradas que fazem a ligação entre a rede fundamental e os centros urbanos de influência concelhia ou supraconcelhia e pelas estradas que asseguram a ligação dentro das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto. Os Itinerários Complementares (IC) estabelecem ligações intermédias.
» Na Rede Complementar incluem-se as Estradas Nacionais (EN), dividas em duas categorias: Estradas Regionais (ER) e Estradas Municipais (EM).

Figura n. 1 – Mapa da Rede Rodoviária Nacional
estradas-portuguesas
Fonte: Infraestruturas de Portugal, consultado a 5 de fevereiro de 2017