Geografia 10.º Ano – Quadro estatístico de Lisboa e Porto

Quadro estatístico de Lisboa e Porto

Fonte: Pordata, consultado a 28 de abril de 2019

Notícias – Natalidade volta a aumentar em Portugal

Até ao final de Outubro, o número de bebés subiu no distrito de Lisboa e recuou no Porto, com Braga a ultrapassar Setúbal no terceiro lugar. Valores continuam abaixo do necessário para a renovação de gerações.

Lisboa (21.595) e Porto (13.048) continuam a ser, de longe, os distritos com mais fecundidade. No entanto, enquanto na zona da capital houve mais 725 registos no período em análise, na região da Invicta houve um decréscimo de 148 em relação aos primeiros dez meses de 2017.

Além do Porto, “apenas” Bragança, Évora, Setúbal e Coimbra viram nascer menos crianças, segundo os dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge, com base no teste do pezinho feito à saída da maternidade, citados pelo JN esta segunda-feira, 3 de Dezembro. Nos restantes distritos portugueses houve uma recuperação.

A seguir a Lisboa, o maior crescimento em termos absolutos foi registado em Braga, que teve mais 148 nascimentos, para um total de 5.563. Este comportamento permitiu ao distrito minhoto superar o de Setúbal (5.439). O pior registo nacional aconteceu em Bragança (496), onde até Outubro só nasceram 1,6 crianças por dia.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em termos médios, em 2017 cada mulher em Portugal tinha 1,37 filhos. Apesar de ficar muito abaixo do valor necessário para garantir a renovação de gerações (2,1), este número tem vindo a recuperar ligeiramente todos os anos desde 2013, quando o número médio de filhos por mulher era de 1,21.

Fonte: Jornal de Negócios, consultado a 30 de dezembro de 2018

Notícias – Póvoa de Varzim: Hospital chega ao parto 1000 pela primeira vez em 7 anos

O Serviço de Obstetrícia do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim – Vila do Conde (CH) realizou hoje o parto número 1000 do ano de 2018.

A pequena Diana nasceu às 10h40 de parto natural. Os pais, Luís e Kateryna, vivem no Porto e escolheram o CH pelas “boas práticas implementadas, quer no nascimento, quer no período de preparação para o parto”, refere o hospital em comunicado.

Desde 2011 que esta marca dos 1000 não era atingida. Para o CH, ela traduz “o trabalho que tem vindo a ser implementado pelo Serviço de Obstetrícia”, e o Conselho de Administração enaltece “o investimento feito nas práticas de excelência, bem como o brio e o empenho de todos os profissionais”.

Em paralelo, o agradecimento é reiterado “junto dos casais que escolhem o CH para o nascimento dos seus bebés, confiando na excecional equipa que eleva a um patamar de referência esta vertente essencial da missão de cuidar”.

Fonte: Mais Semanário, consultado a 26 de dezembro de 2018

Notícias – Nasceram menos sete crianças por dia em 2017

Notícias de Geografia:

Dados do Ministério da Justiça registam que há menos 2702 crianças em 2017 do que em 2016. Os registos e notariado indicam 88 150 nascimentos no ano passado, quando no período anterior eram 90 852, uma diferença de, em média, menos 7,3 bebés por dia. E, apurou o DN, os testes do pezinho revelam também uma descida, informação que deverá ser hoje disponibilizada pelo Instituto Nacional Ricardo Jorge.

Notícia completa: Nasceram menos sete crianças por dia em 2017

Fonte: Diário de Notícias, consultado a 11 de janeiro de 2018

Geografia 10.º Ano – Perguntas de Exames Nacionais: A População

A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
As estruturas e comportamentos sociodemográficos – Estrutura Etária

Grupo de escolha múltipla

As Figuras 1A e 1B representam, respetivamente, a estrutura etária da população portuguesa em 2010 e a projeção da estrutura etária para 2030.

1. A análise comparativa das pirâmides etárias de 2010 e de 2030 permite concluir que:

(A) a taxa de mortalidade infantil vai aumentar, porque o número de indivíduos dos 0 aos 4 anos diminui.
(B) a taxa de emigração vai aumentar, porque o número de indivíduos em idade ativa diminui.
(C) o índice de dependência de idosos vai aumentar, porque a relação entre os indivíduos com 65 e mais anos e os indivíduos dos 0 aos 14 anos aumenta.
(D) o índice de envelhecimento vai aumentar, porque a relação entre os indivíduos com 65 e mais anos e os indivíduos dos 0 aos 14 anos aumenta.

2. Os indivíduos que, em 2030, farão parte da classe com maior número de efetivos tinham, em 2010,

(A) 5-9 anos.
(B) 25-29 anos.
(C) 30-34 anos.
(D) 35-39 anos.

3. A elaboração de projeções nacionais para o comportamento demográfico permite

(A) fundamentar as decisões sobre o tipo de políticas demográficas a adotar.
(B) corrigir as assimetrias regionais na distribuição da população portuguesa.
(C) inverter, a curto prazo, as tendências demográficas negativas para o país.
(D) prever a dimensão dos fluxos migratórios nas próximas décadas.

4. A afirmação «foi entre 1981 e 1985 que, de acordo com a informação da Figura 1A, se registou a inflexão no comportamento da natalidade» é:

(A) verdadeira, porque o número de indivíduos que nasceram neste período diminuiu relativamente ao número dos que nasceram entre 1976 e 1980.
(B) verdadeira, porque entre 1981 e 1985 houve um forte fluxo migratório para os países do continente europeu, o que levou à redução da taxa de natalidade.
(C) falsa, porque as alterações na natalidade, em Portugal, têm ocorrido muito lentamente, não sendo visíveis numa pirâmide.
(D) falsa, porque a partir de uma pirâmide de idades não é possível tirar conclusões sobre o comportamento da natalidade ao longo do tempo.

5. A confirmarem-se as projeções demográficas elaboradas para 2030, Portugal vai necessitar de

(A) construir mais escolas do ensino básico e do ensino secundário.
(B) proceder ao encerramento de hospitais nas áreas urbanas.
(C) investir em serviços de medicina geriátrica e de cuidados paliativos.
(D) alargar a rede de centros de atividades de tempos livres para crianças.