Exame Nacional Geografia 2018 – 1.ª Fase: Fajã dos Cubres

15. A Fajã dos Cubres, na ilha de São Jorge, no arquipélago dos Açores, ilustrada na Fotografia A, é considerada uma área de paisagem protegida e está classificada como Sítio de Importância Internacional, atendendo às particularidades geográficas, ambientais e culturais. Nesta fajã, encontra-se uma zona húmida em contacto direto com o mar.

15.1. Identifique as formas de relevo litoral que, na Fotografia A, correspondem à letra M e à letra H.

15.2. Áreas do território como a ilustrada na Fotografia A apresentam potencialidades para um
desenvolvimento sustentável, que pode ser conseguido através de atividades económicas como

(A) o ecoturismo, devido à atratividade das condições geomorfológicas e biológicas.
(B) a extração de inertes, devido aos depósitos rochosos de origem vulcânica no sopé da vertente.
(C) a aquicultura intensiva, devido ao ambiente natural propício à cultura de moluscos e crustáceos.
(D) a salicultura, devido aos elevados quantitativos de precipitação ao longo do ano.

16. Na Região Autónoma dos Açores, existem Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e Zonas de Proteção Especial (ZPE) que integram a Rede Natura 2000 devido

(A) à paisagem criada pela existência de vulcanismo ativo.
(B) ao valor social e cultural das paisagens naturais.
(C) à valorização turística das zonas de proteção terrestre e marítima do litoral.
(D) ao valor científico associado à conservação da flora e da fauna selvagem.

No Scribd podem consultar e guardar a ficha e as respectivas soluções.

Exame Nacional Geografia 2018 – 1.ª Fase: As áreas rurais em mudança

6. A Lezíria do Tejo apresenta uma ocupação cultural diversificada, com tomate, oliveira, trigo, melão, vinha e sobreiro.
Identifique as duas culturas que são temporárias de regadio.

7. O desenvolvimento da região do Alentejo passa pela exploração dos seus recursos endógenos. Duas das estratégias possíveis a fomentar são:
A – o desenvolvimento da fileira associada à extração dos minerais metálicos;
B – o desenvolvimento da fileira associada à extração das rochas ornamentais.

Selecione a estratégia, A ou B, que, como autarca, escolheria para desenvolver a região do Alentejo.
De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas medidas, explicando de que modo contribuem para o desenvolvimento da região.

8. Em 2010, a agricultura e a floresta ocupavam cerca de 60% do território continental.
As Figuras 4A e 4B representam, respetivamente, os padrões de uso e ocupação do solo da agricultura e da floresta

8.1. A partir da análise da Figura 4A, identifique as duas regiões agrárias, além da região agrária do Alentejo, onde há maior representatividade dos concelhos com uma área agrícola superior a 40%.

Aqui estão três questões do exame nacional de Geografia, 1.ª fase, de 2018, no Scribd podem consultar e guardar a ficha completa com todas as questões (oito no total) e as respectivas soluções.

Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Áreas Rurais

1. Classifique, como verdadeira ou falsa conda uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.
a) Em Portugal foram definidas 10 regiões agrárias, oito no Continente e duas nas Regiões Autónomas.
b) As políticas agrícolas constituem um fator condicionante da agricultura, sobretudo na União Europeia, depois da criação da PAC.
c) Em Portugal, o sistema de cultura extensivo associa-se à policultura e aos campos fechados e irregulares do Noroeste e da ilha da Madeira.
d) Em Portugal predomina a exploração da SAU em sistema de arrendamento, sobretudo no norte do país.
e) Um dos principais objetivos da PAC, aquando da sua criação, foi criar um nível de vida para os agricultores que fosse mais próximo do da população dos outros setores de atividade.
f) A produção da biomassa é uma das atuais formas de promover o desenvolvimento do espaço rural.

Soluções: Continuar a ler Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Áreas Rurais

Notícias – Turismo em Portugal valeu 26,7 mil milhões de euros em 2017

A dinâmica do turismo em Portugal tem permitido mais receitas e a criação de postos de trabalho, com os dados do INE divulgados esta segunda-feira a mostrarem que a procura turística (consumo por parte de estrangeiros e residentes) subiu para os 26,7 mil milhões de euros em 2017, mais 14,5% face a 2016, e passou a pesar 13,7% do PIB (1,2 pontos percentuais acima). Ao nível do valor acrescentado bruto (VAB) gerado pelo sector, este subiu 13,6% para os 12,6 mil milhões (equivalente a 7,5% do VAB nacional).

Na informação hoje apresentada pelo INE, referente à conta satélite do turismo, este são os únicos dados referentes a 2017. De resto, a informação mais pormenorizada reporta-se a 2016. Nesse ano, de acordo com o INE, o turismo receptor (não residentes) representou 63,1% do total, quando em 2015 esse peso era de 61,8%. Ou seja, o que os dados confirmam é que muito do crescimento do sector tem sido suportado pelos estrangeiros, com destaque para os sectores do alojamento (26,5% do total das despesas feitas pelos visitantes que pernoitam em Portugal) restauração e bebidas (26%), e transportes (20,6%).

Fonte: Público, consultado a 30 de dezembro de 2018

Geografia 11.º Ano – Turismo em Espaço rural

Turismo em Espaço Rural (TER): “apresenta características próprias, pouco tendo em comum com as modalidades convencionais de turismo. Com efeito, esta atividade tem como objetivo essencial, oferecer aos utentes a oportunidade de reviver as práticas, os valores e as tradições culturais e gastronómicas das sociedades rurais, beneficiando da sua hospedagem e de um acolhimento personalizado.”
Fonte: DGADR, consultado em 13 de novembro de 2016.

Existem dois tipos de modalidades no TER;
Empreendimentos de turismo de habitação, como exemplos temos os palácios e solares;
Empreendimentos de turismo no espaço rural, como exemplos temos as casas de campo, agroturismo e hotéis rurais.

– Em resumo, o TER tem como principais vantagens:
• Diversificação das actividades económicas e da oferta turistica;
• Promoção e conversação dos recursos humanos e naturais das áreas rurais, recursos endógenos;
• Melhoria da qualidade de vida das populações rurais.